quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

JOGO RUIM? SÓ O PRIMEIRO TEMPO

Mais uma do rádio.

Era um jogo da terceira divisão na minha cidade, Americana.
Um sábado à tarde.
Ano?  Talvez 1971....72.

Chegando de São Paulo e com o rádio ligado eu ouvia a transmissão da emissora local, a Clube, da qual fazia parte em meu inicio de carreira.

Logo que entrei na cidade fui direto para o estádio Victório Scuro onde o jogo acontecia.
Tinha terminado o primeiro tempo.

Estacionei e eis minha surpresa ao entrar no estádio e me deparar com o locutor, que com a maleta de transmissão saía apressadamente em direção à viatura da emissora para ir embora.

Fiz uma rápida saudação a ele e perguntei: "Mas o que houve?"
Veio a resposta, seca e direta: "Esse jogo tá muito ruim. Não vou fazer o segundo tempo. Tchau."

Me espantei, evidentemente, porque o ouvinte deve ter ficado muito brabo. Ficou na mão. Ouviu apenas um tempo da partida. Me pareceu algo inédito no rádio.

Como eu também trabalhava em um jornal local achei interessante noticiar o fato.
Fiz um rápido comentário sobre o resultado do jogo e citei que até a rádio local havia abandonado a transmissão por achar o espetáculo muito pobre.

O locutor/diretor da rádio, amigo e colega de emissora, virou a cara e ficou uns dois meses sem falar comigo. Procurei justificar com ele que o lance tinha sido inusitado e que foi um reforço para dizer que a partida havia sido muito fraca, mas não teve jeito.
O cara zangou e não queria papo.

O tempo foi passando e voltamos às boas, rindo muito depois com o acontecimento.
Esse locutor/amigo foi um de meus mestres no rádio e já deixou o nosso Plano.
Geraldo Pinhanelli.





terça-feira, 29 de janeiro de 2013

HISTÓRIAS DO RÁDIO --ARMA DE BRINQUEDO

Quantas histórias nas andanças pelo rádio e tevê no interior brasileiro.

Certa vez fomos a Batatais transmitir um jogo da terceira divisão paulista pela Rádio Clube de Americana.

Chegamos no horário de almoço e fomos indicados a comer em um simpático restaurante do centro da cidade.
Ambiente realmente agradável e um garçom que tinha muitas histórias a contar.
Histórias relacionadas ao futebol, evidentemente.
Falou de uma partida decisiva do Batatais diante do Guarani de Campinas onde o "pau quebrou" e onde evidentemente a culpa pela derrota recaiu totalmente sobre o juiz.

Mas o simpático garçom fez a ressalva de que tudo tinha mudado e que atualmente em Batatais ninguém mais brigava no estádio e que as arbitragens eram muito bem recebidas.

Comemos bem, pagamos a conta, ouvimos muitas histórias e fomos direto para o estádio.

Armamos nossos equipamentos na cabine e estendemos o cabo de transmissão até o campo.
Isso era muito comum naqueles tempos, ou seja, os cabos ficavam acima dos torcedores que se postavam à frente das cabines de rádio.

O jogo começou e o time de Americana fez um a zero.
O jogo seguiu e o Batatais tomou o segundo gol.
Não é necessário dizer que o tempo esquentou ali bem na nossa frente.

A cada grito de gol deste simples narrador a galera olhava para cima e expelia palavrões de todos os naipes.
Palavrões que foram se misturando a ameaças.
Nós seguíamos com o trabalho e no fundo torcíamos para que nenhum gol mais acontecesse à nosso favor.

De fato não tivemos mais gols para a equipe de Americana, mas o árbitro deixou de marcar um pênalti a favor do Batatais.  Pelo menos na interpretação da torcida local.
E novamente passamos a ser o alvo predileto da massa, que enfurecida nos mirava com ódio e muita vontade de subir e nos executar.

Não demorou muito e os torcedores se penduravam nos cabos de transmissão.
Corríamos o risco de perder o contato com o repórter.
O diretor da nossa rádio subiu na mureta da cabine e passou a repreender a galera enfurecida.
Pronto.  Foi a gota d'agua.

Ficamos entrincheirados na posição de transmissão e nada de policiais por perto.
E o jogo comendo solto....
E este locutor tentando narrar.....

De repente vimos um cidadão com alguma deficiência física, pois tinha dificuldade em andar, subindo as escadas em direção à cabine.
E para o maior espanto, o cara tinha um revólver na mão.
Não é preciso dizer que abandonamos os microfones e cada um procurou proteção atrás das tribunas.
A transmissão saiu do ar.

Com a turma do deixa-disso entrando em ação, os enfurecidos foram acalmados e voltamos ao posto para narrar os últimos minutos do jogo.

E para um espanto maior de toda a nossa equipe, um policial encostou e disse o seguinte: "Fiquem tranquilos. O cara que estava subindo as escadas com o revólver na mão é vezeiro nisso e todos sabem que a arma é de BRINQUEDO. Ninguém mais liga pra ele".







segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

BOICOTE DOS OPERADORES

Dentre tantas e tantas histórias do rádio, saliento uma que aconteceu comigo em Assunção nos anos 70.

Recém chegado na Rádio/TV Gazeta fui escalado para uma transmissão na capital paraguaia.

Naquele lance de contenção de despesas, a emissora decidiu enviar só o narrador, desprezando as presenças de comentarista, repórter e operador de áudio.

Recebi orientação do chefe de operações em São Paulo sobre como instalar a aparelhagem no estádio Defensores del Chaco.

Já no Paraguai percebi a inquietação de outros profissionais do áudio ( da Bandeirantes, Jovem Pan, Globo...) ao saberem que a Gazeta não havia mandado o seu operador.

E entendi perfeitamente o espirito de corpo dos cidadãos, pois realmente era um desprestígio à profissão e afinal era uma jornada em país vizinho e não no continente europeu ou sei lá mais onde.

* lembrando que na época não tínhamos o hoje useiro e vezeiro "off-tube" pois as televisões pouco transmitiam ao vivo jogos internacionais.

E olha, até hoje não entendi o que aconteceu, pois segui todas as regras que me foram passadas para o funcionamento do amplificador e que na verdade não eram tão complicadas.
Complicado foi o aparelho não funcionar e não ter ali um profissional da área para sanar o problema.

E para completar a má jornada não recebi ajuda de ninguém das outras emissoras brasileiras presentes.
Os operadores das demais rádios olhavam e pareciam estar "felizes" com o meu insucesso.

O jogo não foi transmitido pela minha rádio.
Foi uma grande frustração, mas acabei por entender o papel dos "concorrentes", que boicotaram em nome da "classe", a dos operadores de áudio.

Depois do ocorrido nunca mais a Gazeta deixou de enviar o profissional da área.




sábado, 26 de janeiro de 2013

HISTÓRIAS DO RÁDIO

Nos meus primeiros anos de rádio, 1973, recebi um convite para narrar pela Jornal de Limeira - hoje denominada Mix - a caminhada do Independente FC na terceira divisão paulista.

O Galo limeirense era na oportunidade o único representante do futebol profissional da cidade, porque a Internacional estava com seu departamento desativado.

Lá fui para a minha experiência de rádio fora da minha cidade.

Fizemos a cobertura e diga-se, o Independente foi brilhante e se tornou campeão.
Na chegada da delegação teve carreata, passeata e outras comemorações.
O jogo final foi em Cafelândia.

Na equipe da Jornal, Carlos Bigotto, Flávio Barbosa, Osvaldo Davóli, Lauro Goriel e eu narrando.

Faço o registro dessa minha passagem pelo rádio de Limeira porque ali tive a primeira experiência de antagonismo entre emissoras.
Havia duas rádios cobrindo o campeonato: a Jornal e a Educadora.

Confesso que me assustei um pouco com a situação, pois a rivalidade entre os profissionais das duas rádios era algo bem desconfortável.
Se chegávamos a uma cidade para a transmissão e a equipe "adversária" estava em um restaurante, procurávamos outro estabelecimento.  E o mesmo ocorria com o pessoal da Educadora se estivéssemos em algum local.

Aquilo me fazia muito mal.

Houve incidentes em estádios, daqueles de se danificar a linha de transmissão da rádio concorrente, afim de se transmitir o jogo com exclusividade.
Algo inacreditável.

Na verdade, os profissionais não entendiam que a "briga pela audiência" tinha de ser no ar, na capacidade de cada um. Jamais fora dos microfones.

Os proprietários das emissoras também não se entendiam, o que aumentava a rivalidade e o antagonismo.

Na havia companheirismo, solidariedade quando das dificuldades naturais de uma jornada fora da cidade sede, algo que me decepcionou profundamente.

Mas valeu a experiência, evidentemente.
Aprendi o que jamais deveria ser feito, ou seja, rivalizar com colegas de profissão por conta de picuinhas e pontas de inveja.
Talvez para mim tivesse sido mais fácil repudiar o comportamento de todos, pois eu era de outra cidade e não vivia o cotidiano das pessoas, mas confesso que foi minha grande decepção na carreira que hoje já tem 43 anos de estrada.

Histórias do rádio.






sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

BONS TEMPOS DA BRASIL

Escrevi no post anterior sobre o dérbi Ponte x Guarani.

Trabalhei na rádio Brasil de Campinas entre 1974 e meados de 1976, quando me transferi para a Gazeta de São Paulo, rádio e tevê.

Me lembro daquela equipe da Campeoníssima, como era denonimada a Brasil, da família Pedroso.

Cheguei como um garoto de Americana que tentava dar mais um passo na carreira.
Eu tinha 25 anos de idade e estava há cinco anos na profissão.

O chefe da equipe esportiva da Brasil era Sérgio José Salvucci, um dos mais consagrados comunicadores de Campinas.  Muito respeitado em seus comentários, era também um brilhante narrador.

Na equipe tínhamos também Geraldo Carrera, Valdenê Amorim, José Lamanna, Cláudio Grillo, Sérgio Jorge, Vagner Ferreira, Renato Silva, Durval Biondi.  Um grande time.

Um pouco depois a equipe se reforçou com a contratação de José Sidney, outro locutor consagrado do rádio campineiro.
Mais tarde chegou o amigo José Desidério, que depois foi meu companheiro na Gazeta onde cobrimos a Copa do Mundo da Argentina, 1978.

Fizemos grandes jornadas por todo o interior paulista e pelo Brasileirão, que começou em 1971.

Infelizmente muitos daqueles amigos da Brasil já nos deixaram fisicamente.  Casos de Salvucci, Geraldo, Grillo, Renato, Sidney e o comandante Sinésio Pedroso.

Não tive mais noticias do querido José Lamanna e Durval Biondi.  Espero que estejam bem.

Foi um período de muita aprendizagem no rádio.
Degrau importantíssimo para a chegada à capital paulista.

Saudade.






quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

GUARANI x PONTE PRETA, NO BRINCO.

Neste sábado tem o dérbi Guarani x Ponte Preta pelo Paulistão.

Participei de muitos dérbis quando trabalhava no rádio campineiro, depois na TV Bandeirantes e também pelo Sportv/Premiére na década passada.

Conheci bem de perto a rivalidade e a importância desse confronto.

Para milhares e milhares de campineiros não existe torcida por Palmeiras, Santos, Corinthians ou São Paulo, eles são exclusivamente aficionados de Macaca ou Bugre.
Isso valoriza muito o encontro das duas agremiações.
Acirra mais os ânimos.

Me lembro que quando trabalhava na rádio Brasil de Campinas os dérbis "sobravam" pra mim.
Os dois principais locutores eram torcedores de Ponte e Guarani e não queriam se envolver na emoção da jornada.
Eu, como americanense, ia para os dérbis.

Presenciei grandes jogos e também clássicos amarrados e modorrentos.
Assim é o futebol, mesmo quando temos ferrenhas rivalidades em campo.

O deste sábado no Brinco terá movimentação intensa das emissoras campineiras, das televisões locais, jornais, portais de internet e transmissão ao vivo do Premiére FC.

Sem falar da preocupação das autoridades policiais, que nessas horas montam esquemas táticos de segurança com muito esmero.

Que as duas torcidas compareçam, vibrem, chorem, mas que tenham o equilibrio necessário e evitem os confrontos físicos.  Esporte não foi feito para produzir inimigos.  Esporte é competição mas é também descontração, respeito ao adversário e assimilação dos resultados.

Um bom dérbi pra todos !!!







quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

CORINTHIANS x PONTE HOJE AO VIVO

Hoje, quarta, trabalho na transmissão de Corinthians x Ponte Preta.

Jornada do Paulistão, segunda rodada, cobertura do Premiére e do PFC Internacional.

Vai começar às 5 da tarde, hora de Brasilia.

Timão com jogadores considerados reservas e a Ponte com caras novas no time.

Lá estarei com Luiz Ademar e Felipe Diniz.

* a transmissão do Premiére é em Alta Definição.


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

SANTOS x PALMEIRAS HOJE PELA COPINHA

Hoje, terça-feira, vou a Barueri.

Semifinal da Copa São Paulo júnior.
Santos x Palmeiras, 9 da noite, transmissão do Sportv e PFC Internacional.

Torcedor que for ver o jogo na Arena não pagará pelo ingresso.

Quem ganhar pegará Goiás ou Bahia na decisão de sexta-feira, dia 25.
* essas duas equipes se enfrentam antes, às 2 da tarde desta terça-feira.

Estarei narrando ao lado de Luiz Ademar e com os FELIPES nas reportagens: Brisola e Diniz.

Palmeiras e Santos chegam invictos à semifinal.







segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

PALMEIRAS - A VOLTA POR CIMA

Um amigo lembrou bem.

O que está acontecendo neste momento com o Palmeiras, sendo ridicularizado e ironizado pela fase que vem atravessando, ocorreu tempos atrás com o Corinthians.

Me lembro de uma "campanha" chamada FAZ ME RIR - titulo de uma música de sucesso entre os anos 60 e 70 cantada por Edith Veiga - toda vez que o assunto era Corinthians.

Temos uma tendência de potencializar as crises de alguns clubes, especialmente quando estes são importantes, de grande peso histórico.

Os palmeirenses entendendo que há exageros por parte da mídia, assim como naquela época os corintianos também ficavam revoltados com o FAZ ME RIR sendo tocado a todo instante.

Mais de leve tivemos igualmente ironias e muitas gozações ao São Paulo FC quando o clube cuidava da construção do Morumbi e os times montados eram muito fracos.

O peixe, logo depois de Pelé parar, sofreu na pele gozações por fracas campanhas, tendo se recuperado logo depois, em 1978, com o "primeiro" Meninos da Vila, campeão paulista naquela oportunidade.

Enfim, entendo e aceito o protesto da torcida do Palmeiras pelo volume de brincadeiras à fase alviverde, principalmente por parte da mídia, mas a história tem registrados outros eventos iguais.

A verdade é que todo time grande se recupera.
Verdão irá dar a volta por cima, sem dúvida.  Desde que mexa profundamente na estrutura politico-administrativa da agremiação.
O alviverde precisa de uma forte sacudida em suas bases.
Mirar-se também no que fizeram e estão fazendo os outros grandes de São Paulo, que indiscutivelmente tomaram o caminho da boa administração em colher recursos para tocar o futebol.








sábado, 19 de janeiro de 2013

MUDANÇA NA ESCALA

O jogo entre São Paulo x Goiás pela Copinha será às 10 da manhã neste domingo.

Transmissão pelo Sportv e PFC Internacional.

Lá estarei, São Carlos, com os amigos Luiz Ademar - Henrique Guidi - Gustavo Biano e Daniel Moreira Dias.  Idival Marcusso e Bruno Felberg na coordenação.  E quase duas dezenas de profissionais envolvidos na jornada.

Vale vaga nas semifinais para pegar Grêmio ou Bahia.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

COPINHA NO FINAL DE SEMANA

No fim de semana terei duas escalas de trabalho.
As duas pela Copinha São Paulo.
Quartas de final.

Sábado logo pela manhã em Jaguariúna: Santos x Audax, às 10 horas.
Luiz Ademar, Felipe Brisola, Idival Marcusso, Rafael Nagib e grande equipe na cobertura.
Ao vivo no Sportv.

Domingo, duas da tarde, um jogo que ainda está para ser definido pelas quartas de final.

Reta de chegada da Copinha e que está agradando, apesar de grandes camisas do futebol brasileiro já terem deixado a competição.


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

COPINHA - SEGUNDA FASE

Tenho duas escalas na Copa SP de juniores.

Terça em Barueri.  Palmeiras x Desportivo Brasil às 9 da noite pelo Sportv-2.
Agora é jogo eliminatório pela Copinha.
Perdeu, volta pra casa.

Palmeiras na busca de seu primeiro titulo da competição, enquanto o Desportivo Brasil é um clube recente e que pertence à Traffic.

Lembrete:  caso haja empate a decisão da vaga será através dos pênaltis.

Quarta vou a Araras.
Corinthians x Bahia também valendo classificação para as oitavas-de-final.
Essa partida vai começar às 18:30h.

Nas duas jornadas estarei com Luiz Ademar, Felipe Diniz, Daniel Moreira Dias, Thiago Crespo e grande equipe de sustentação.





segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

VAI COMEÇAR O PAULISTÃO

Vai começar o Paulistão 2013.

A mídia da capital despreza o evento, critica o quanto pode, mas a imprensa do Interior se prepara profissionalmente para cobrir o campeonato.

Rádios, jornais, portais, todos já estão prontos para a largada, que será no próximo sábado.

Isso tudo proporciona muitos empregos, movimentação na área comercial das empresas, chegando até ao público com um produto de boa qualidade.

Cito um exemplo a Rádio Brasil de Santa Bárbara D'Oeste, que este ano tem o retorno do União Agrícola à série A1, e que também irá cobrir as passadas do Rio Branco na segunda divisão.

Meu amigo Jota Lima avisa que o time da Brasil está afiado, esfregando as mãos para encarar as duas divisões, com o Leão da 13 e o Tigre da Paulista na parada.

Ricardo Camargo será o narrador da 690 barbarense - e do portal SBNOTICIAS.
Eduardo Coelho, o Fofão, comentará os jogos.
Jota Lima estará nas reportagens.
Rodrigo Ramos cuidará da retaguarda informativa.

Esse é o estado de animo de dezenas e dezenas de emissoras do interior paulista.
O Paulistão tem raízes profundas em todo o estado de São Paulo.
Tem história rica e valorosa.

Não fosse um evento importante e as televisões não pagariam tanto.  Hoje, o Paulistão, paga cotas ótimas e supera vários certames da América do Sul. Há times brasileiros que não ganham na Libertadores o que o Paulistão remunera.

Bom trabalho a todos os companheiros profissionais da comunicação na cobertura do campeonato paulista, em suas diversas divisões.



quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

SUPERLIGA - BRIGA DOS LIDERES

Uma pausa nas transmissões da Copinha e sexta-feira tenho Superliga Feminina.

Fechando o primeiro turno, Rio de Janeiro e Osasco se enfrentam no Maracanãzinho, um autêntico clássico do voleibol nacional.  A maior rivalidade entre as mulheres do vôlei.

Vai valer o primeiro lugar da Superliga.
Várias campeãs olímpicas em quadra.
Um desfile de talentos mundiais.

O jogo vai começar às 9 da noite com transmissão do Sportv, logo depois da estréia de Lucas no PSG, também ao vivo.

Os dois times estão com sete vitórias cada um e apenas uma derrota.
Osasco leva vantagem nos pontos conquistados.

Estarei ao lado de Marco Freitas, reportagens de Bruno Côrtes e grande equipe, no ginásio e na retaguarda.








terça-feira, 8 de janeiro de 2013

COPINHA HOJE AO VIVO

Hoje, terça, tenho trabalho em Barueri.

Copa São Paulo, primeira fase, segunda rodada do grupo Q, com Palmeiras - Sertãozinho - Confiança(SE) e Barueri.

Hoje às 4 da tarde o encontro dos vencedores da primeira rodada: Sertãozinho e Palmeiras.
Vale, portanto, a liderança para a última rodada.
O primeiro do grupo se classifica diretamente para a próxima fase.

Garotada do Palmeiras impôs 6 a 0 no time sergipano, enquanto o Touro dos Canaviais fez 4 a 1 nos donos da casa, o Grêmio Barueri.

Bom pega logo mais no belíssimo estádio de Barueri.

Transmissão ao vivo do Sportv.
Estarei com os amigos Wagner Vilaron, Felipe Diniz, Thiago Crespo, Osvaldo Belo, Marcelo Raed e grande equipe.

Gosto da Copinha.
Gosto de ver o empenho da garotada, o brilho em seus olhos, a vontade de mostrar serviço.
Meninos nascidos entre os anos de 1993 e 1997.
Ainda imaturos, aprendizes, mas com o jeito e a pinta do ótimo futebol brasileiro.




domingo, 6 de janeiro de 2013

MESSI, C.RONALDO OU INIESTA????

Nesta segunda-feira acontece a escolha do "melhor jogador de 2012".

Messi, Christiano Ronaldo ou Iniesta?

Respeito quem goste desse tipo de evento, mas sinceramente é algo que não me sensibiliza.
Nunca me animei com essas escolhas de "melhor disso" ou "melhor daquilo".

É um acontecimento puramente comercial, há quem ganhe muito dinheiro com isso, mas entendo também que é necessário, faz parte, deve existir.

Sempre procuro me esquivar de escolher alguém ou algo, para "melhor" do mês, do ano ou da década.
É muito complexo e discutível, além de várias vezes acontecerem injustiças nas escolhas.

Ainda mais no futebol onde um jogador não resolve tudo sozinho, por mais craque que seja.
Há os talentos que se sobressaem, evidentemente, mas o conjunto é que dá a eles a estrutura para desempenharem suas aptidões.

Voltando no tempo, nunca aceitei a colocação de que Mané Garrincha ganhou a Copa de 1962 sozinho.
Foi o que mais se destacou, até pelo fato de ser um ponta-artilheiro, mas os outros compartimentos da grande Seleção também foram destaque.

Mané foi um gênio da bola, isso é indiscutível, mas sozinho não ganharia nada no Chile.

Portanto, a escolha desta segunda-feira de "o melhor do Mundo" é algo que muitas pessoas acabam se empolgando, vibrando, mas particularmente não me altera.

Incluo nesse meu ponto de vista as alegações sobre Neymar ter de deixar o futebol brasileiro para se habilitar ao título de melhor do planeta.  Os jogadores que atuam na Europa ficam mais visíveis e têm maiores chances de ganhar o prêmio, mas se Neymar ficar por aqui e não ser premiado, qual é o problema?

Prefiro o garoto do Santos brilhando em nossos gramados, nos brindando com sua arte, do que vê-lo no exterior vestindo outra camisa.

Mas é claro que meu ponto de vista é pequeno e isolado.  Respeito as demais posições.

Ganhe Messi, Christiano ou Iniesta, nada vai mudar na minha vida e na vida do futebol.








quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

DE VOLTA AO TRABALHO

Sábado volto ao trabalho pelo Sportv.

Começo minhas transmissões pela Copa São Paulo de juniores.

Primeira missão: Barueri.
Às 7 da noite, Palmeiras x Confiança sergipano, com os comentários de Vagner Vilaron e as reportagens de Anselmo Caparica e Thiago Crespo.
Nesse grupo ainda temos Sertãozinho e o próprio Grêmio Barueri.

O primeiro se classifica depois de turno completo dentro do grupo.
De todas as chaves da Copinha restarão 7 vagas por índice técnico para a segunda fase.


terça-feira, 1 de janeiro de 2013

2 0 1 3 - HORA DA FAXINA

Um Novo Ano, novas esperanças e promessas de mudanças.

A quem diz que a virada de calendário pouco representa, digo que é um momento de reflexão e de reciclagem pessoais.
Reflexões profundas, de muita introspecção.
O mundo, na verdade, só irá melhorar à partir das mudanças pessoais.
Cada um de nós precisa mudar - para melhor, claro - para que tenhamos transformações no Planeta que nos acolhe.

Aprendi que de todas as "reformas", a mais importante e eficaz é a INTIMA.

Reformamos tudo à nossa volta, menos a que é realmente precisa, a do NOSSO INTERIOR.
Essa é a que vale.  Mas sempre protelamos essa "mexida" lá dentro.
Deixamos para depois, alegando "falta de tempo" e outras mentiras.

Na verdade, enquanto não emitirmos ondas positivas de amor, auxiliando o próximo, compreendendo os erros alheios, exercitando o perdão, eliminando o sentimento de inveja do nosso coração e outras ignorâncias espirituais, continuaremos a "poluir" o Mundo com energias ruins, de baixíssima vibração.

E tudo isso vai se espalhar pelos ares provocando todos os desequílibrios possíveis e imagináveis.
Se poluímos o Planeta nas coisas materiais, também poluímos com os pensamentos ruins, pois pensar é emitir energias, a fonte de tudo.

Por isso uma reforma de pensamentos é tremendamente importante.
Precisamos limpar os nossos corações e mentes, com urgência.

Então, toda virada de ano é uma grande oportunidade de MUDANÇAS em nós mesmos.
Não é inteligente dizer que trocamos apenas o calendário e que tudo irá continuar como está.
Continuará como está se nós continuarmos a errar, ignorando as leis básicas do respeito e da evolução.

Hora de faxina, portanto.
Faxina interior que esfregará fortemente os nossos corações e nos livrará das impurezas tão indesejáveis.

E não precisa ser tudo de uma vez.
Mas que aos poucos a limpeza se concretize.

Estão todos convidados à essa experiência bonita, e extremamente necessária.