terça-feira, 12 de novembro de 2019

DUAS MISSÕES.

Tenho duas missões de trabalho no final de semana.

Sexta, dia 15, feriado, transmito Bragantino x Criciúma no estádio Nabi Abi Chedid.
Sportv(menos região de Bragança), Premiére e Premiére-Play.
O jogo vai começar às 20:15 em horário de Brasília.

Domingo estarei na transmissão de Bahia x Palmeiras.
Jogo em Salvador, Fonte Nova, às 17 horas.
Premiére e Premiére-Play.
Estarei nos estúdios Rio de Janeiro com Alexandre Lozetti.


TOPO GIGGIO, O RATINHO SUCESSO.

Leio que morreu a criadora do ratinho TOPO GIGGIO, personagem/boneco sucesso estrondoso no início dos anos 70.

Maria Perego nos deixa aos 95 anos de idade, no México.

Esse personagem me toca pessoalmente porque foi num torneio de futebol para crianças denominado TOPO GIGGIO que tive minhas primeiras experiências como radialista.

Me iniciando na rádio da minha cidade, Americana/SP, reportei e depois narrei partidas nesse evento.

Foi então que passei a me determinar na carreira e buscar aprendizagem e aprimoramento, além de realizar o sonho de "falar em rádio".

A criançada era amarrada no TOPO GIGGIO e as audiências de televisão eram altíssimas quando a série era apresentada.

Vale registrar que em campeonatos de crianças a TV Tupi já apresentava o marcante DENTE DE LEITE naquela época, com seus criadores Roberto Petri, Ely e Cadico Coimbra.

Em Americana, na minha cidade, o saudoso Geraldo Pinhanelli - então gerente e principal comunicador da Rádio Clube local - foi o promotor do torneio Topo Giggio, e que foi um grande sucesso.




segunda-feira, 11 de novembro de 2019

COR DA PELE.

Os incidentes no último final de semana envolvendo espetáculos de futebol só reforçam a constatação sobre o baixíssimo grau de raciocínio de muitas pessoas.

Dotadas de inteligência, elas ignoram o básico do respeito ao semelhante e botam pra fora seus instintos mais rasteiros possíveis.

Sim, inteligentes elas são, porque quando são pegas e pressionadas pelas leis reagem com raciocínio para se defender.

As manifestações racistas, homofóbicas, são as piores pois denotam posição de superioridade perante o semelhante, como se a cor da pele definisse alguma coisa.

Os comportamentos sociais é que definem quem é quem.
Inferioridade é discriminar, é querer se mostrar superior a alguém.

O bíblico "atire a primeira pedra..." nunca se encaixou tão bem nesses casos.

Quem é melhor que alguém?
Quem tem moral suficiente para atribuir ao próximo "isso ou aquilo"?

A cor da pele pode ser diferente, mas a massa encefálica é igual.
O sangue é da mesma cor.
Os erros, os deslizes cometidos a todos instante pertencem à todas as raças.

Nada justifica a discriminação e a criminosidade das ações.




domingo, 10 de novembro de 2019

SEXTA EM BRAGANÇA.

Minha próxima transmissão é sexta-feira, dia 15/11, em jogo da série B.

Bragantino x Criciúma.
Estádio Nabi Abi Chedid.
8 da noite.

O time da casa já garantiu o acesso e o catarinense se debate para ficar na B.

É ao vivo no Sportv(menos região de Bragança Paulista) e Premiére.

Uma excelente semana pra todos.

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

RÁDIO, O IMORTAL.

Sempre me pedem para contar mais histórias do rádio, onde comecei minha carreira.

A comunicação pelo rádio sempre foi mágica na mente de todos.
O som, sem a imagem, fascina, sugere, nos faz viajar mentalmente.

Eu, desde pequeno, assim como muita gente, sempre me deixei envolver pelo fascínio do rádio.
Ouvia as transmissões de futebol, me encantava com a verve dos narradores, comentaristas e repórteres.
Era tudo muito rico aos meus ouvidos.

As primeira transmissões de futebol que me pegaram foram as da Copa do Mundo de 1958.

Com meus 9 anos de idade e já picado pela mosca do futebol e rádio, acompanhava os jogos do Brasil na Suécia ao lado da família na sala da casa dos meus avós paternos e num aparelho grande que mais parecia uma caixa de abelhas.

À cada gol da nossa seleção corríamos para o quintal onde meus tios soltavam fogos.
Momentos inesquecíveis e que na época só eram possíveis de serem vividos por causa do rádio.

Aqueles comunicadores que estiveram ao lado da Seleção na Suécia voltaram também como heróis, ídolos da massa.    Foram as vozes que contaram a façanha do time em campo.

Lá estiveram tantos e tantos craques do microfone, a maioria deles já em outra esfera neste momento, mas alguns queridos ainda entre nós, como por exemplo Braga Júnior, com quem tenho o imenso prazer de me corresponder pela internet atualmente.

Conto tudo isso para dizer que vivemos recentemente o Dia do Rádio, mais recentemente o Dia do Radialista, e foi esse veículo que abracei aos meus 20 anos de idade, primeiro como algo muito desejável e depois como atividade profissional.

Cheguei à televisão através do rádio, assim como muitos companheiros de profissão.

E pra encerrar, o rádio jamais irá morrer.
Poderemos não ter mais o velho e tradicional "receptor", o radinho, mas a comunicação verbal é imortal, FELIZMENTE.
Estão surgindo terminologias para os programas de rádio, faz parte, mas é o RÁDIO.


quinta-feira, 7 de novembro de 2019

DERBI CAMPINEIRO NESTE SÁBADO.

Vejo o derbi de Campinas desde o inicio dos anos 70.

Trabalhei em muitos deles à partir de 1974 quando trabalhava no rádio campineiro.

Sei da importância e do quanto representa para a cidade esse duelo.

Neste sábado estarei narrando Guarani x Ponte pelo Sportv e Premiére às 16:30.

Derbi de número 195.

Comigo, Wagner Vilaron, Gustavo Biano, Thiago Crespo e grande equipe.

Jogo de torcida única.


terça-feira, 5 de novembro de 2019

REGISTRO.

Em tantos anos de carreira a gente ainda não se acostuma com o desligamento de companheiros de trabalho.

É sempre muito triste.

Também já fui desligado de empresas e o que mais se perde, além do emprego, é o conviver com as pessoas e muitas vezes o gostar da casa de trabalho.

Claro que cada um toma seu rumo e se coloca profissionalmente, mas há também quem nada consegue em razão da crise no mercado e por outras razões.

Os patrões têm seus motivos, entendemos isso, o momento do País ( que aliás já dura bastante ) e outros fatores, reformulações, porém não dá para ser frio e virar a página rapidamente.

Mando um afetuoso abraço aos queridos Roby Porto, Paulo Stein, Tonico Duarte e Arnaldo Mexas, com quem trabalhei por muitos anos.

Dignos, competentes, dedicados, seres humanos da melhor qualidade.