terça-feira, 23 de maio de 2017

CLÁSSICO NO MORUMBI.

Sábado volto ao Morumbi.

São Paulo x Palmeiras pelo Brasileirão, terceira rodada, 7 da noite.

Jogo do Premiére e PFC Internacional.

Estarei com Mauricio Noriega, André Hernan, Anselmo Caparica e dezenas de profissionais envolvidos na missão de trabalho.

Velha tradição de confronto.


sexta-feira, 19 de maio de 2017

SÃO PAULO x AVAÍ, AO VIVO.

Minha próxima transmissão pelo Sportv/Premiére e PFC Internacional é segunda-feira, dia 22.

Brasileirão, segunda rodada.

São Paulo x Avaí, duas equipes que não venceram na abertura do campeonato.

O jogo é às 8 da noite no Morumbi.

Estarei com os amigos Wagner Vilaron nos comentários e Filipe Cury/André Hernan nas reportagens.

Partida que irá encerrar a rodada.


terça-feira, 16 de maio de 2017

PALMEIRAS x INTERNACIONAL - COPA DO BRASIL.

Transmissão nesta quarta pelo Sportv-2.
Copa do Brasil - Oitavas de final.
Jogo de ida.

Palmeiras x Internacional, 21:45.

Estarei com Mauricio Noriega, Wagner Vilaron, André Hernan, Anselmo Caparica e grande equipe.

O jogo é na casa do Palmeiras.


quarta-feira, 10 de maio de 2017

LARGADA DO BRASILEIRÃO!

Minhas duas primeiras escalas de trabalho no Brasileirão.

Nesta sexta-feira vou a Maceió narrar a série B pelo Sportv/Premiére e PFC Internacional.
Encontro de campeões estaduais: CRB x Ceará.
19:15 começa o jogo no estádio Rei Pelé/Rainha Marta.
Duas grandes torcidas brasileiras com esperanças de bom campeonato e de acesso, é claro.
* no Sportv para todo o País, menos Alagoas, conforme contrato.

Estarei com Luiz Ademar, Mac Cavalcante, Plácido Berci, Ailton Amalfi, Tadeu Lima e grande equipe envolvida na transmissão.

Segunda-feira, dia 15, estarei em Curitiba.
Jogo que vai encerrar a primeira rodada da série A.
Coritiba x Atlético Goianiense.
Partida no Couto Pereira marcada para as 20 horas.
Sportv e Premiére ao vivo.
* no Sportv, menos Estado do Paraná, conforme contrato com os clubes.

Jota, Noriega, Anderson Luís, Tiago Ribeiro, Paulinho Predella e grande equipe.




segunda-feira, 8 de maio de 2017

SEU JOÃO, O HOMEM, O PATRÃO, A SIMPLICIDADE.

No post anterior citei e reverenciei os 80 anos da Bandeirantes, casa onde estive por quase duas décadas.

Mas preciso destacar um fato ocorrido em 1996 alguns dias depois do falecimento de meu pai José Francischangelis, o seu Juca.

No dia de seu desligamento da matéria, manhã de um domingo, eu precisei fazer uma transmissão de Motovelocidade nos estúdios do Morumbi, pois não havia quem me substituísse.

A jornada começou às 9 da manhã e logo que terminou fui para a minha cidade, Americana, cuidar da despedida de meu pai, que seria - como foi - sepultado no final da tarde.

É claro que fiz a transmissão levado por uma força superior muito grande, já que emocionalmente eu estava abalado e ainda não acreditando no que houvera ocorrido.

Na terça-feira seguinte recebo em casa um telefonema da Bandeirantes.
Era a secretária do diretor-presidente João Jorge Saad, com quem eu nunca tivera nenhum contato pessoal.

Pois ele me ligava para se solidarizar pela morte de meu pai e também para enaltecer meu espírito de bom profissionalismo em cumprir a escala de trabalho naquelas circunstâncias.
Uma atitude que jamais esquecerei.

Seu João sempre foi muito querido pelos funcionários.
Era o patrão, era o dono, mas tinha o lado humano muito acentuado e no cotidiano se relacionava igualmente com seus empregados.

E é evidente que também recebi ligações de meus amigos da Band, meus chefes ( Luciano do Valle, por exemplo ) o que muito me confortou.












sábado, 6 de maio de 2017

80 ANOS DE BANDEIRANTES.

Há 80 anos nascia a Rádio Bandeirantes de São Paulo, na época BANDEIRANTE ( no singular mesmo )

Com suas ondas curtas potentes todo o interior brasileiro passou a escutar aquela emissora paulista que prometia muito entretenimento, informação e já naquele tempo a tão necessária prestação de serviço.

Ouvi a Copa do Mundo de 1958 através da Bandeirantes na casa de meus avós em Americana.
Toda a família reunida no dia da final contra a Suécia e a explosão de alegria quando o jogo terminou com a goleada brasileira.
Fogos e mais fogos.
Os cachorros da casa enlouquecidos com aquela barulheira toda.

E, eu, com meus quase 10 anos de idade, mais encantado com a magia do rádio do que propriamente com a vitória da Seleção.

Meus tios diziam que a Suécia ficava do outro lado do mundo e eu me perguntava como era possível ouvir a voz dos comunicadores aqui em nosso território?

Ali o rádio  começou a me encantar, embora é claro  eu já fosse fã de programas musicais do fantástico veículo.

Houve naquele momento, certamente, a junção do encantamento pelo rádio com a simpatia por aquele esporte, o futebol.

Mal sabia aquele menino nascido em dezembro de 48 que seu futuro profissional seria no rádio, e depois na própria Bandeirantes, e depois na televisão da família Saad.

Trabalhar na rádio Bandeirantes era o sonho dos jovens locutores do interior.
Era a consagração.
Era atingir o máximo do profissionalismo.

E tive a sorte e a felicidade de chegar até a Bandeirantes.
Fiz de tudo um pouco na rádio do Morumbi.
Apresentei programas, narrei futebol, boxe, basquete, Fórmula-1, fiz transmissões internacionais, me realizei no prefixo famoso que um dia sonhei defender.

Fiquei 3 anos e meio na Band/rádio e depois me transferi para a TV Bandeirantes, meados de 1983.

Quantas amizades conquistadas, quanta honra em empunhar aquele microfone mitológico. Quanto aprendizado.  Que amadurecimento pessoal e na profissão.

Que orgulho conviver na casa Bandeirantes por 19 anos ( entre rádio e televisão ).


Parabéns à BANDEIRANTES pelas 8 décadas de total sucesso.








terça-feira, 25 de abril de 2017

A DECISÃO DO PAULISTÃO.

Estive naquela decisão do título paulista entre Corinthians x Ponte Preta no Morumbi.
Ano de 1977.

Eu trabalhava na rádio/TV Gazeta de São Paulo e fui escalado para fazer a abertura da jornada que culminaria com a narração do saudoso JOSÉ ITALIANO.

Tudo o que envolveu aquela decisão foi muito ardente.
Houve tantas ilações, deduções, achismos, pois o Timão fazia muito tempo que não levantava um título, e para muitos até a interferência do Governo do Estado entraria na corrente para ajudar o alvinegro de Parque São Jorge.

Não entro no mérito do jogo em si, do resultado, pois cada um interpretou à sua maneira, e ninguém até hoje provou nada sobre as suspeitas levantadas.

A expulsão do atacante Ruy Rei logo no inicio do jogo foi o estopim para conclusões sobre influência superior e externa na partida.
O governador era torcedor do Corinthians e isso também gerou muita chiadeira.
* Paulo Egídio Martins era o governador.

O saudoso Dulcídio Wanderlei Boschilla, árbitro daquela partida, de forte personalidade, enérgico nas suas atuações, temperamental, ficou marcado pela expulsão e para muita gente estava na "gaveta" (como se costuma dizer na giria futebolística).

Ele sempre foi categórico ao se defender dizendo que se tinha dinheiro para "comprá-lo", a grana parou em algum lugar pois nunca chegou às suas mãos.
* detalhe: Dulcídio era torcedor do São Paulo FC.

A pressão era tão forte para que o Corinthians fosse o campeão que até sobrou para o então presidente da Ponte, Lauro Moraes.  Cogitou-se que o dirigente teria entregado a partida para em troca ganhar o prefixo de uma rádio em Campinas ( hoje, rádio Central ).

Falou-se também que o atacante Ruy Rei é que estava sendo subornado para provocar a expulsão logo no começo da partida.
* tempos depois o jogador atuou pelo Corinthians.

Enfim, foi uma saraivada de opiniões que indicavam uma grande conspiração para que a Macaca não fosse a campeã.

Agora, quatro décadas passadas, os dois alvinegros voltam a decidir o estadual.

Outros tempos, outra época, nova realidade.

Que a decisão seja limpa, honesta, esportiva.
Que as torcidas se comportem civilizadamente.
Dirigentes e jogadores, mais treinadores, idem.

Boa sorte a quem for atuar pela arbitragem nas duas partidas.
E partindo do princípio de que os membros da arbitragem são honestos, sérios, que os seus erros sejam relevados, pois são seres humanos e passíveis de equívocos.

Sempre digo que os jogadores ao longo de 90 minutos cometem falhas e mais falhas, e que com apenas um erro do árbitro tudo recai sobre ele, que na verdade errou menos que os demais no computo geral.
Sempre entendi que como são todos errantes, humanos, num jogo de futebol, por que a arbitragem tem de ser perfeita?
* e é claro com a devida presunção de que a honestidade impera nos senhores do apito.

Afinal de contas, o futebol não é apenas rivalidade, competição, profissional, mas sim espetáculo para entreter o povo.
Ganhe quem ganhar, o importante é fazer dessas finais um produto rico em qualidade e emoção.