quarta-feira, 17 de julho de 2019

CONQUISTAS, DERROTAS, EQUILIBRIO.

Sempre procuro ver nos resultados do esporte algo natural e normal por se tratar de competição e suas nuances.

Nem sempre vence o melhor, ou tido como o melhor.
Há em qualquer competição componentes imponderáveis e que resultam em efeitos que contrariam prognósticos técnicos.

O mês de julho, por exemplo, registra memoráveis conquistas do futebol brasileiro em Mundiais, mas também a derrota para o Uruguai em 1950.
É assim em qualquer modalidade esportiva.
E o esporte está sempre disposto a ensinar que um dia se ganha e noutro se perde.
Não é assim na vida?

Não vejo tragédia em derrotas como normalmente se atribui em grande eventos.

Há decepções, sim, é claro.   Há tristeza e constrangimento.   Tudo normal.   Mas crucificar derrotados no esporte vejo como injustiça, posto que ninguém quer deliberadamente perder.

Um dos grandes desafios da vida é saber ter equilíbrio.   É estar ciente de que os acontecimentos poderão ser positivos e também negativos, independentemente de competência, capacidade.

E o futebol, além de tudo que o envolve de ciência, conhecimento e competência, ele é UM JOGO.
Sujeito ao imponderável.

Reconheço que a emoção desse esporte acaba influenciando no comportamento de algumas pessoas e provocando reações de destempero, mas acho que dotados de inteligência que somos, deveríamos refletir seriamente sobre os deslizes que cometemos por conta dele.

Covardes ameaças de morte, por exemplo, que a todo momento vemos partindo de torcedores(?) a jogadores, dirigentes e até a membros da mídia, é de extremo descontrole e altamente preocupante.
Digo COVARDES, porque quem ameaça nunca se mostra, não se identifica.

Mas o post de hoje é apenas para pensarmos, refletir, discutir sobre o tema.

E entendo que nunca é demais abordar esses assuntos.   Que reflitamos sobre tal.








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