segunda-feira, 17 de abril de 2017

RODRIGO CAIO. NOTA DEZ.

Na atitude do zagueiro Rodrigo Caio no clássico com o Corinthians, alertando e corrigindo o árbitro na exibição equivocada do cartão ao atacante Jô, ainda vemos indivíduos desequilibrados achando que o jogador tricolor errou ou foi "juvenil" como alguns gostam de chamar.

Num País onde pessoas canonizam políticos ladrões nada mais nos espanta.

Num País onde nos jogos de futebol parte das torcidas desrespeita o Hino Nacional, tudo pode acontecer.

Num País onde dentro de um estádio/arena o cidadão se acha livre de limites éticos e age de maneira troglodita, com palavras e ações, toda reação animalesca e antissocial tem sido compreensiva, lamentavelmente.

O mundo está empesteado de pessoas de má índole, más intenções, delinquentes no comportamento social.

É difícil não jogar a toalha e desistir, mas a ordem é seguir combatendo esses vermes que se acham inteligentes, espertos, acima do bem e do mal.

O exemplo do jogador do São Paulo precisa ser mais reverberado.

Não desistamos de enaltecer o que não precisaria ser, ou seja, as boas ações, a honestidade, a ética e a lealdade aos bons princípios.

Mesmo que nos dias de hoje as boas atitudes pareçam exceção, é preciso elevá-las nos espaços que tivermos nas redes sociais ou nas rodas de papos.






Um comentário:

  1. Os bons exemplos tem de ser louvados, embora honestidade não ser virtude mas obrigação. Num pais como o nosso estes exemplos ainda dão esperanças de que existem pessoas honestas. Parabens

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