terça-feira, 7 de março de 2017

O ÁRBITRO E A PROFISSÃO.

Fala-se muito em profissionalizar a arbitragem brasileira.

E a maior justificativa invocada é a de que diminuiria os erros dos árbitros e auxiliares.

Não concordo com tal assertiva, pois entendo que o ERRO é do ser humano independentemente de ele ser amador ou profissional.

Junte-se ao argumento o fato de no Brasil ser muito mais difícil apitar um jogo de futebol, pelas manhas e artimanhas de jogadores e treinadores.

Faz-se de tudo no futebol brasileiro para ludibriar as arbitragens, seja em lances mornos e principalmente nas jogadas próximas ou dentro da área.

Se profissionalizar fosse constatadamente provado que diminuiria os erros, os jogadores e treinadores não errariam nunca, pois todos são profissionais da bola.

O erro é humano.
E dentro de campo TODOS são humanos ( jogadores, treinadores e os árbitros ).

Por que os jogadores podem errar e o árbitro não, se todos são falíveis.

Qualquer argumento que justifique tornar a atividade do árbitro de futebol uma profissão posso aceitar na boa.   Mas dizer que ele, o árbitro, não vai mais errar só porque se transformou num profissional do apito, eu não concordo.

* nem é preciso esclarecer que não toco no aspecto/honestidade.  Me refiro unica e friamente ao tema e sempre partindo do princípio da inocência de qualquer cidadão até que se prove o contrário.

Em tempo:  o árbitro paulista Thiago Duarte Peixoto errou no clássico Corinthians x Palmeiras, foi suspenso e já está pagando pelo grande equívoco cometido.  Tudo certo.




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