segunda-feira, 26 de setembro de 2016

PAIXÃO, SEMPRE UM PERIGO!

Toda e qualquer paixão é condenável.
Torna-se um perigo.

Vemos isso na religião, política, futebol, e é claro nos relacionamentos amorosos.

Paixão é descontrole.
É não estar equilibrado para agir com bom senso, justiça e inteligência.

No caso do futebol, que é uma das minhas áreas de trabalho, a paixão já desfez amizades, separou membros da família, acabou com casamentos, e o pior, matou pessoas.

Há pessoas que colocam o amor pelo seu clube acima de tudo.
Invertem a ordem.
O esporte deve sempre vir depois da família, saúde, educação e do trabalho.

Acompanhar o futebol é para ser um desligamento dos problemas cotidianos, aliviar as tensões, arejar a mente, confraternizar e tudo mais.

Vibrar com os gols, as vitórias, as conquistas, é tudo muito natural.
Entristecer nas derrotas mas sem exagero, também é normal.

Fazer gozações e promover piadas leves e saudáveis com os "adversários" também é plausível, aceitável.

O que não pode é passar dos limites da racionalidade.

Quando se parte para as agressões verbais e físicas em razão do futebol, passa a ser caso de desequilibrio e, portanto, passível de preocupação e muitas vezes com a necessidade até de tratamento psicológico.

Na minha profissão somos sempre alvos de críticas e acho muito natural.
Aparecem também os elogios.
Mas o que assusta é quando as críticas são pessoais e sem respeito.

Há apaixonados por esse ou aquele clube que desandam nos impropérios e nos ataques à honestidade e à honra de profissionais.
Não medem limites para expor sua raivosidade, rancores, extrapolando na total falta de boa educação.

Na verdade já estamos até acostumados com esses acontecimentos de baixaria, mas passamos a pensar e a refletir sobre como essas pessoas agem na sociedade, no dia a dia.

Como devem agir no ambiente familiar e no trabalho.

Respeito ao próximo e boa educação são componentes importantíssimos na possível mudança do nosso Mundo.
Se gerarmos conflitos com destemperos verbais jamais contribuiremos para melhorar o Planeta e deixá-lo melhor para os filhos e netos.

Gostar de uma determinada agremiação, vibrar com ela, sofrer com ela, é perfeitamente aceitável.   Afinal, o futebol é envolvente.

O bom profissional de comunicação gosta de receber observações de ordem crítica, pois assim se corrigem rotas e rumos no trabalho.
Mas é claro, desde que as críticas sejam justas, cabíveis, e principalmente RESPEITOSAS.

Chego a ter pena daqueles que se perdem pela paixão do futebol.
E quando posso, digo que vale a pena exercitar um certo desligamento desse forte sentimento de amor ao clube.
Vale a pena ser mais racional.
Melhor pra todos.

Mas o principal nesse meu enfoque é o aspecto EDUCAÇÃO e RESPEITO ao próximo.

Assim, com a prática desses elementos, poderemos ter uma leve esperança de melhorar o relacionamento social.











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