quarta-feira, 2 de março de 2016

EURO DE PORTÕES FECHADOS

No post anterior abordei os riscos e medos que sempre envolveram os grandes eventos do esporte ao longo de décadas.

Quando terminei de publicar eis que leio a notícia dos dirigentes da Eurocopa alertando para a possibilidade de jogos sem público na competição deste ano na França.

Dentre tantos problemas mundiais, um dos mais contundentes é o terrorismo.
Por ideologias muitas vezes distorcidas, os extremistas amedrontam, matam, inquietam as pessoas de bem em todas as suas atividades de trabalho e de lazer.

Um torneio tão importante como a Eurocopa perderia muito do seu brilho caso tivesse os seus jogos com portões fechados, privando o público de momentos de entretenimento, além de decretar a incompetência das autoridades internacionais no combate às organizações terroristas.

E assim como a polícia não consegue deter totalmente as ações criminosas, dado ao volume de violência que impera, também as autoridades internacionais não terão como evitar ataques de grupos determinados a matar, caso eles realmente queiram agir.

Uma Euro sem pessoas nos estádios seria mais uma vitória dos anarquistas, e que batem no peito acreditando estar matando com um "aval divino", o que no fundo é um apenas um pretexto para exteriorizar sua índole perversa, eivada de ódio e rancores.

Na verdade, focalizo esse problema mais pelo grande problema mundial que vivemos, e muito menos pelo fato da Euro privar os espectadores de adentrarem os estádios.

Mesmo sendo o futebol um entretenimento, o evento é comercial e os organizadores estão preocupados com o prejuízo financeiro, mas de fato a maior derrota é a social e moral, com as facções criminosas tomando conta de todo o cenário.

Muito pior que déficit financeiro em qualquer atividade é a derrota no combate ao crime.

Estamos perdendo a guerra para o mundo do crime aqui no Terceiro Mundo e nos países tidos como de Primeira Grandeza também os bandidos estão na frente.

Muito triste e preocupante.




























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