quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Admiro quem encara o futebol apenas como uma diversão, algo para entreter.

Me preocupo sempre com aqueles que levam o futebol muito a sério, provocando divergências desnecessárias e cultivando inimizades.

É claro que entendo e respeito as paixões, mas recomendaria que houvesse uma mudança de postura/comportamento para que a qualidade de vida se fizesse presente.

Não pode viver bem quem sofre e provoca sofrimentos.
Não pode ser feliz quem vive com o coração amargurado.
Conheço pessoas amargas por causa do futebol e da paixão por um clube.

Não é inteligente, não é saudável.

Precisamos repensar nossas emoções, em todos os segmentos.

Preocupações estão normalmente em nossas vidas e com coisas sérias, por isso é preciso avaliar se compensa amargar o coração e o fígado em decorrência do futebol, que é apenas um esporte.

Assistir futebol, bater uma bolinha, torcer por um clube, brincar nas vitórias e nas derrotas, tudo isso é positivo, é gostoso.
Mas não pode passar desse nível.

Não peço para as pessoas sejam frias, porque esse esporte é envolvente, empolgante, abrangente.
Mas o equilíbrio é que precisa ser exercido, colocado em prática.
Por sinal, em tudo na vida o equilíbrio precisa estar presente.
Não é fácil?   Claro que não é.
Mas este é mais um desafio que temos aqui na jornada terrena.

E tudo se resume em amadurecimento e na velha máxima do Barão de Coubertin que apregoava ser importante no esporte, COMPETIR.
Ganhar ou perder, é do jogo.
Mas o importante é estar competindo, participando, jogando.

E quantas vezes ouvi gente mandando o Barão às favas com esta sua assertiva.

Respeito a posição de todos, mas compartilho da filosofia de Coubertin.
Vencer é muito gostoso, mas no caso de não ser possível é plausível que se reconheça a vitória do adversário e que se tirem lições nas derrotas.

Quantas vezes nas derrotas, aprendemos, crescemos, evoluímos?
Quase sempre.

Estamos vivendo tempos de mudanças mentais, reflexões profundas sobre tudo, e o esporte não pode ficar fora disso.

Vale pensar em modificações no nosso modo de pensar, pois a necessidade de crescimento interior é imperiosa.
O mundo está precisando da nossa contribuição individual para melhorá-lo.

Pensemos.....











2 comentários:

  1. Vimos muito algo terrível no ano passado. Acho que a comemoração de um título deveria ser o ponto máximo de uma torcida, de um clube. Mas o caminho escolhido por alguns foi o de xingar a imprensa, a torcida rival, o popular "chupa". Dá a impressão de que se ganha mais para jogar na cara do rival, do que para a própria alegria. Dizem que não sabemos ganhar. Ano passado vimos que não sabemos perder. Não preciso nem citar um caso específico, pois foi mais de um time fazendo isso ao conquistar título em 2015.

    Abraço, Jota!

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