segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

MUITO TRISTE.

Todos os problemas de violência nos estádios - e fora deles - estão ligados às uniformizadas.

Isso é fato, ninguém está inventando.

Por mais que os comandos das organizadas queiram defender suas facções, fica difícil, pois as estatísticas são claras nesse sentido.

E quando elas são criticadas, os que criticam são tidos como intolerantes, radicais e coisas que o valham.

Nós, da imprensa, somos os mais visados por elas.
Registramos os fatos, fazemos nossas considerações, na verdade traduzindo o que as pessoas de bem e da paz gostariam de falar, e acabamos recebendo ameaças a todo instante.

Em Mogi das Cruzes, neste domingo, um profissional das imagens foi ameaçado porque filmava a batalha entre uma torcida organizada e a polícia.

Vejam a que ponto chegamos nessa onda de violência que vivemos.

Os adjetivos aos violentos do futebol são inúmeros.
Não há como medir as palavras e nem como chamar de "torcedores" os que provocam o terrorismo fora e dentro dos estádios.

Os clubes nada fazem, as federações idem, as autoridades responsáveis em parte também se omitem, a polícia faz o que pode dentro de suas limitações técnicas, e os vândalos continuam dominando todas as áreas ligadas ao futebol.

Claro que isto é reflexo de tudo o que assistimos diariamente na sociedade, mas quando ocorre no esporte a gente fica triste e perplexo.
O esporte é divertimento, serve para espairecer, para entreter, e é maculado na sua essência por irresponsáveis e pouco inteligentes.

Claro que é reflexo do Brasil violento e desgovernado da atualidade.

Que triste!



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