terça-feira, 6 de outubro de 2015

MUDANÇA ÉTICA, CULTURAL....BOM PRA TODOS!

Nunca vivemos tanto de campanhas e mais campanhas em diversos segmentos da sociedade.

E elas não devem parar, pois sempre é preciso martelar no sentido de melhorar as coisas.

Em meu post anterior falei da suposta campanha para conscientizar os torcedores a serem mais escrupulosos, equilibrados e racionais.
Um sonho, eu sei, mas perfeitamente honesto na proposta.

Neste momento falo da necessidade de um movimento junto aos técnicos e jogadores brasileiros - especialmente os que atuam em nosso País - para uma mudança de atitudes e comportamento.

Seria mais ou menos "o fim da malandragem ".

Chega de tentar ludibriar as arbitragens, confundir os apitadores.  A dinâmica de apitar um jogo de futebol é viva e a malandragem acaba dificultando ainda mais o trabalho dos mediadores.

Essa "pilantragem" de se deixar cair para cavar a marcação de falta é antidesportiva.  Não é honesta.

Raramente se vê uma ação dessas em jogadores europeus, e os brasileiros que vão atuar lá fora acabam perdendo a mania.  São advertidos quando cometem e acabam vendo que a cultura é outra, ou seja, dramatizar nos lances e enganar os juízes é algo totalmente condenável.

Isso vale para os atletas e também para os treinadores brasileiros, muitos deles instruindo seus comandados a "cavar" faltas.

Esporte é competição, é profissionalismo, mas antes de tudo é uma prática saudável e portanto, deve ser honesta.

Em resumo, estamos falando do famigerado "cai-cai" e outras artimanhas anti-desportivas.

E podemos incluir no pacote a falta de respeito às arbitragens.
Nesse Brasileirão isso diminuiu um pouco com um maior rigor imposto pelos árbitros, mas ainda prevalece em vários momentos.
Respeitar a autoridade do árbitro é respeitar o esporte que pratica, e dele vive.

Os erros dos apitadores existem e sempre existirão.   E sempre existiram.
É um equívoco dizer que antigamente os árbitros erravam menos.
Vivo há décadas na profissão e fico à vontade para afirmar o que estou afirmando acima.
Os apitadores do passado tinham a vantagem da televisão não ter tantos recursos com ângulos diferentes e etc.

E em não sendo de má-fé as falhas das arbitragens precisam ser compreendidas.

Num jogo de futebol em 90 e poucos minutos, TODOS ERRAM.
TODOS.
Treinadores, jogadores e também os árbitros.
* e aqui incluo nós, os jornalistas, que trabalhamos nos jogos.

Se somos todos HUMANOS, TODOS estamos sujeitos a erros técnicos.

Não há como excluir os árbitros da probabilidade de ERRAR.

Concluindo, mudar o comportamento dos jogadores brasileiros ( e treinadores ) é um sonho, mas seria uma mudança moral e ética das mais importantes para a nossa cultura esportiva.

E como vivemos de sonhos.............eu continuo a sonhar com essa possibilidade.











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