segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

A MORTE DE DALMO

Outro dia fizemos a homenagem a NENECA, goleiro campeão brasileiro de 1978 pelo Guarani.

Agora quem nos deixa é DALMO GASPAR, lateral esquerdo do Santos na década de 60 e bicampeão mundial pelo Peixe.

Nascido em Jundiaí, Dalmo jogava nos juvenis do Paulista local, passou pelo São Paulo, jogou no Guarani de Campinas e brilhou no Santos FC.

Era um lateral técnico, da época em que um jogador dessa posição era praticamente proibido de atacar.  Lateral marcava o ponta, e só.
Mas Dalmo sabia descer para o ataque com precisão sem se descuidar do setor lá atrás.

Havia exceções, é claro, como o saudoso Djalma Santos, que ia a todo instante fazer apoio ao ataque.
Ferrari, lateral que atuou pelo Guarani e depois pelo Palmeiras, era rápido, veloz, ia à frente e voltava com muita frequência e eficiência.  Um dos maiores que vi atuar naquele setor.
E muitos outros....

Dalmo era sereno, tranquilo, tinha ótimo domínio de bola e dificilmente errava um passe.
Batia bem pênaltis, uma de suas especialidades.
Foi ele quem cobrou a penalidade máxima na decisão do Mundial de 63 contra o Milan no Maracanã.

Dalmo estava doente em Jundiaí há algum tempo.
82 anos de idade.
Hospitalizado, não resistiu.

Foi comentarista de rádio em Jundiaí durante um bom período.

Todas as homenagens devem ser prestadas a ele.
Principalmente pelo Santos FC.





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