domingo, 13 de julho de 2014

O QUARTO LUGAR DO BRASIL.

Escreveu-se mais uma história das Copas.

O Brasil fez a sua parte na organização, ainda que com toda a tensão e preocupação que vivemos antes dela começar.
Vimos no semblante dos turistas alegria, felicidade, integração total ao evento.

Com a bola em jogo, sorriso dos vencedores e a tristeza daqueles que perderam.
Assim é o esporte.

Os alemães voltaram a ganhar o Mundial, depois de 24 anos.
Os argentinos seguem na fila, mas chegaram à final e isto vale muito.

Italianos, franceses, ingleses, portugueses e espanhóis foram embora mais cedo e decepcionaram. 

Já o Brasil terminou em quarto lugar e aquela goleada para a Alemanha é que marcou demais.

Não formo no time que escracha a Seleção e que conclui que nada foi bom.
O placar de 7 x 1 realmente chocou, entristeceu a todos nós.   Isso é indiscutível.
Mas as duas derrotas brasileiras aconteceram para equipes tecnicamente superiores, no caso a Alemanha e Holanda.
Perdemos porque fomos inferiores a eles.

Felipão e Parreira, pelos currículos, chegaram credenciados para a preparação do selecionado.

A grande maioria dos atletas, dos 23 convocados, preenchia os anseios da torcida.

Quando começou a Copa para o Brasil deu para sentir que as coisas não estavam se encaixando. Ou por falhas individuais dos jogadores ou pela má organização tática.
Numa derrota em esporte coletivo é justo que os méritos e as deficiências sejam analisados no plural.
Em casos extremos é que individualizamos a culpa por uma derrota, desclassificação ou a perda de um título.
Ainda assim, não acho justo.

Que o futebol brasileiro está precisando de uma bela sacudida, fora e dentro de campo, me parece incontestável.
E a oportunidade é ótima para tal reformulação.
Mas me desculpem, não formo na corrente de dizer que tudo foi errado.
Não.

Melhor reconhecer que fomos inferiores aos adversários, nas partidas decisivas.
Perdemos pela superioridade técnica e tática de Alemanha e Holanda.

Os alemães estão de parabéns.

Os demais participantes se estabeleceram nos lugares e posições que mereceram ficar.










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