quinta-feira, 5 de junho de 2014

O MOMENTO BRASIL.

Sempre busquei resolver meus problemas com o diálogo, e muitas vezes até com o silêncio.
* abro esse post sem qualquer arrogância e sem querer me rotular superior a ninguém, apenas é um depoimento pessoal e de algo que sempre me ajudou.

O ser humano é dotado de inteligência e essa é a razão para que as conversações determinem o melhor desfecho dos embates.

É óbvio que me refiro às questões normais, civilizadas, equilibradas.
Quando não há controle emocional vêm as vias de fato e outros horrores, que só depreciam o ser inteligente que é o homem.
Nada mais deprimente que duas pessoas se engalfinhando, trocando sopapos e outras indecências de comportamento.

É verdade também que dos desatinos é que acontecem os bons e necessários entendimentos, mas desde que haja equilíbrio e inteligência nos atos e nas atitudes.

Mas tudo isso, também, decorre da educação e da cultura adquiridas pelo cidadão.

Ainda impera aqui no Brasil a truculência, o ícone da força física para a resolução dos problemas, em todas as áreas, lamentavelmente.

Falo do destempero emocional em termos gerais e daqueles que estudaram e que têm diplomas, e dos que não tiveram acesso aos estudos.
Depreendo que tudo é uma questão de índole, muito mais do que de educação adquirida nas escolas.
Vemos diariamente engravatados incultos no trato com o semelhante.
Vemos pessoas que pouco frequentaram bancos escolares e com empregos de baixo rendimento, que respeitam os semelhantes e respeitam as leis e regras.

A educação é super importante, mas não é a mais.   
Quantos nasceram sem qualquer respaldo educativo e seguiram na vida com retidão, honestidade, ética e amor ao próximo.   Olharam para dentro de si e entenderam que é assim o comportamento certo quando se vive em comunidades.

Na verdade, não é preciso uma grande lição catedrática sobre como se comportar em sociedade.
Basta raciocinar e saber que o direito de cada um termina onde começa o direito do outro.
E para tal entendimento nada é tão complicado.
Me parece básico.  Não desejar e não fazer ao próximo o que não queremos que nos façam e que venha a nos ferir. 

Compreendo que todos os que habitam o Planeta, e que já habitaram, estão em estágio evolutivo no Universo.  Aqui cumprimos apenas mais uma das etapas a nós destinadas pelos Planos Superiores.  Ainda somos sujeitos a erros, falhas, deslizes e atrocidades.   Mas sempre é bom acordar cedinho e tentar mudar os rumos desse aprendizado.

Se em tudo na vida apressamos as coisas, por que não apressar a nossa evolução?

Reclamamos tanto do Mundo e do País, mas é bom lembrar que fazemos parte dessa engrenagem e que temos a nossa cota de responsabilidade em tentar melhorar a convivência.
Mas podemos lutar por essa melhora com PAZ, com raciocínio, equilíbrio, sem sacrificar ninguém que nos rodeia.

Todos temos responsabilidade por tudo o que está havendo.

Ou estamos pecando por omissão ou por excesso.

Precisamos encontrar o tom certo para dar a nossa contribuição positiva.

O desafio é sério, significativo, mas não é tão difícil de ser enfrentado.

Vejo hoje o nosso País com alguma tristeza por tudo o que está ocorrendo, mas ao mesmo tempo algo dentro de mim diz que jamais devemos perder a esperança por dias melhores.
Já passamos por outras fortes turbulências sociais e morais.
Esta também iremos ultrapassar.

Das convulsões é que acontecem a limpeza, o expurgo.

É a nossa esperança.
















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