quarta-feira, 11 de setembro de 2013

FELIPE MASSA

Torcedores querem, sempre, vitórias, conquistas.
É muito natural que seja assim.
Mas.....

É preciso em muitos momentos que a gente entenda o esporte.
Nem sempre se ganha.
Afora os gênios, os extra-concurso, os demais competidores ficam sujeitos a alternâncias em suas carreiras.

No caso presente de Felipe Massa, e já foi com Rubinho Barrichello, o torcedor brasileiro exige deles o mesmo desempenho de Nelson Piquet, Emerson Fittipaldi e de Ayrton Senna.

O nível técnico dos três grandes campeões é muito superior ao de Massa, e também de Rubinho.

Então, não é justo cobrar deles a performance de Piquet, Emerson e Ayrton.

Quando perdemos Senna, logo elegemos Barrichello para "substitui-lo" nas vitórias e titulos.
Não paramos para analisar que tecnicamente a distância entre eles era quilométrica.
Prontamente sentenciamos que Rubinho deveria fazer nas pistas TUDO o que Senna houvera feito.
Fomos frios e apaixonados em pensar assim.
A realidade, deveriamos saber que era bem outra.

Depois veio Felipe Massa.  E também incorremos no mesmo equivoco.

O que devemos reconhecer é que Massa e Rubinho marcaram positivamente suas passagens na F-1, mas dentro de suas limitações, evidentemente.
Não é qualquer piloto que senta numa Ferrari.
Não é qualquer piloto que corre, como Barrichello, por quase 20 anos na categoria.

Particularmente sempre analisei friamente os dois.
Sabia e sei de suas qualidades, mas ao mesmo tempo estive ciente do quanto eles podiam render.

Massa deixa a Ferrari e segue sua vida profissional.
Tem ainda vida útil como piloto.
Nada acabou para ele.

Tem a minha admiração.


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