segunda-feira, 1 de abril de 2013

APENAS LANCHES QUENTES.

Mais uma pra coleção das coisas engraçadas e intrigantes em viagens.

Outro dia chegando em Itápolis para a transmissão de Oeste x Guarani, parei num posto de abastecimento logo na entrada cidade para um pequeno lanche.

Queria apenas um lanche frio, pão e queijo.
E tomaria um cafezinho, também.

Mas pedindo ao balconista o dito lanche, recebi como resposta: "Aqui não fazemos lanche FRIO. Só misto quente".

Raciocinei por alguns segundos, procurando entender a resposta.
Quando entendi ( mesmo sem entender ) expliquei a ele que bastava colocar fatias de queijo no pão, e pronto.
Eu queria um lanche FRIO de pão e queijo.

Mas o rapaz foi duro e direto em seu argumento: "Moço, aqui a gente não serve lanche FRIO. Só quente".

Para não estender o papo, agradeci e fui saindo da lanchonete.

Mas passando pelo caixa, quis registrar para a menina funcionária o que havia ocorrido, além de perguntar se era assim que a casa trabalhava, ou seja, apenas com lanches QUENTES?

E ela foi categórica: "É verdade, somente trabalhamos com lanches quentes".

Saí, peguei meu carro e fui procurar algum estabelecimento que me "quebrasse o galho" fazendo um lanche frio.
E evidentemente, consegui.








5 comentários:

  1. Jota, numa destas aventuras, no meu caso, no Rio, tive problemas quando pedi um queijo quente.
    O estabelecimento só fazia misto quente. Não podia fazer queijo quente.
    Tentei explicar que seria só fazer um misto quente sem presunto... mas não deu... a insistencia da atendente era semelhante à essa que você contou!
    bjos

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  2. Parece aqueles seguranças em porta do estádio. Você chega uniformizado e com a viatura da empresa no estádio. O segurança questiona: você veio a trabalho? Mas seu nome não consta na minha lista. Vai saber de onde veio esta lista. Aí é toda aquela resenha para explicar que você está ali para trabalhar... teste para nosso coeficiente emocional.

    Paulo Júnior.

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  3. Silvia, a gente continua vivendo ( felizmente ) e sempre haverá algo a nos surpreender...rsss
    bjs
    jota

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  4. Paulo, muita boa a sua colocação. Como eles complicam as nossas vidas nos estádios. Uma vez um fiscal perguntou meu nome e ao ouvir JOTA JÚNIOR retrucou dizendo que JOTA não era "nome".
    E quando resolvi dar a ele meu nome completo, compliquei a vida dele, pois meu sobrenome é FRANCISCHANGELIS.
    O cara se enrolou todo ao escrever esse palavrão...rsss

    abraço, amigo
    jota

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  5. Um paraplégico meu amigo de 78 anos, talvez seja o único mineiro que não gosta de queijo.

    Pois ele, certo dia, pediu-me que lhe levasse uma pizza com qualquer ingrediente que não fosse queijo.

    Freguês que era de um estabalecimento em que toda a 6ª Feira eu comia uma pizza, pedi à garçonete que mandasse assar uma pizza para viagem, apenas com a massa, o molho habitual e o presunto porque a pessoa para qual seria levada, um paraplégico, não comia queijo.

    A moça respondeu que não poderia fazer isso e incontinenti fui falar com o pizaiolo que trabalhava no balcão bem à frente de onde eu me encontrava e ele respondeu-me que só prepararia a pizza especial com a ordem expressa da gerente.

    Insisti para que ficasse apenas entre nós que eu pagaria o preço normal e ainda lhe daria uma gorgeta, mas ele insistiu em que eu falasse com a gerente.

    Fui à gerente e disse que queria a pizza só com o molho convencional e presunto, porque a pessoa que não anda, para a qual a pizza seria levada não gostava de queijo, mas que ela poderia cobrar a pizza pela tabela da casa, como se fosse de queijo e presunto.

    Ante a recusa terminante da moça, ignorantíssima, outra vez frisei que era para um paraplégico, mas nem isso a demoveu da estupidez que praticava, não sei a título de que!

    Resultado. não voltei, nunca mais, a entrar no referido estabelecimento.

    Embora essas coisas ocorram mais no estado de São Paulo (sou paulista de Pederneiras e posso falar), vez por outra topamos com essas atitudes estúpidas também por aqui.embora seja mais raro.

    Tem a ver com a postura de arrogância de pessoas sem bom-senso e, principalmente, sem a mínima compreensão e amor ao próximo.

    Também aprecio sanduiches frios, muito mais digeríveis e gostosos, mas essa situação pela qual você passou, já passe por ela dezenas de vezes, sempre em nosso estado!

    Li em outra oportuna colocação sua as dificuldades dos profissionais em entrar nos estádios paulistas para cumprir a obrigação profissional.

    Com carteira da Abrace e amparado por lei, já vi muitos colegas nossos serem barrados nos estádios paulistas por duas cavalgaduras da FPF entre outras cujos nomes esqueci: Dárcio e Reinaldo.

    Não sei se estes mesmos indivíduos continuam "regulando" quem entra ou não no estádio e no gramado, ainda que credenciado, mas é uma vergonha que a Abracde e a Aceesp não entrem na justiuça contra a FPF e contra esses "tonton macoutes", por cerceamento do trabalho da mídia.

    Agora, verdade seja dita, esse cerceamento e limitação do trabalho de cronistas de outros estados em jogos nos campos paulistas, começou com alguns repórteres de São Paulo comandados Vanderlei Nogueira.

    Incomodados com a presença de repórteres de outros estados, sob a alegação de que prejudicavam-lhes o trabalho e iniciaram uma campanha, fazendo uso de tráfico de amizade e tráfico de influência junto à FPF para limitar a presença de "concorrentes" no gramado.

    Interessante é que Vanderley e tantos outros que comandaram essa covarde restrição, sempre foram tratados com respeito e admiração em todos os campos e estádios do país.

    Falta pulso e vontade em nossas associações de classe porque a partir de quando, amparadas por lei, as associações de classe e os veículos de comunicação prejudicados fizessem valer a lei sobre essa gentalha da FPF os abusos, se não terminariam, ao menos diminuiriam.

    A carteirinha da ABRACE informa que de acordo com a |Lei Federal 12.356/2011-art-90-F o cronista portador TEM LIVRE ACESSO ÀS PRAÇAS ESPORTIVAS DE TODO O BRASIL!

    NÃO ESTÁ ESCRITO, EXCETO EM SÃO PAULO, MAS A FEDERAÇÃO DE DEL NERO FAZ TUDO PARA DESRESPEITAR A LEI SEM QUE NINGUÉM DEFENDA A CLASSE E OS CRONISTAS!

    Só São Paulo, sempre, e a Bahia, às vezes, tratam mal a imprensa! Quando é que isso vai terminar! (AD)

    Sei que aumentou demais o número de cronistas e que necessário um controle, mas os cronistas de outros estados, quando atuam em São Paulo, parece que pedem um misto frio ou uma pizza sem mussarela! (AD)


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