terça-feira, 19 de março de 2013

VELHOS E BONS AMIGOS

Escrevi sobre os 70 anos da Gazeta/AM de São Paulo.
Uma casa de trabalho que me marcou muito, pois foi quando sai do interior para buscar espaço na capital.
Era o sonho de muitos radialistas trabalhar na grande imprensa paulista.

Vou procurar me lembrar agora dos primeiros profissionais que encontrei na Gazeta e dos quais me tornei colega e amigo.
Milton Peruzzi era o diretor da equipe.
Roberto Petri o coordenador.
João Batista narrava mas também ajudava na logística da emissora.
Ruy de Moura era o plantão, com sua voz de trovão, e Eduardo Luís, o Ligeirinho, o auxiliava na função.
Os narradores, além de Peruzzi, eram José Italiano, Osvaldo Maciel, Vanderlei Ribeiro, Nelson Oliveira.
Depois vieram Roberto Leite, José Desidério, José Roberto Papacídero, grandes amigos.

Os comentaristas, Barbosa Filho, Dalmo Pessoa, Galvão Bueno, José Silveira, Osmar de Oliveira.

Repórteres, Geraldo Blota( o GB), Henrique Guilherme, Flávio Prado, José Isaias, Gerson Araújo, Reginaldo Fernandes.  Paulo Vitor e Rubens Pecce atuavam mais na televisão, porém participavam das escalas da rádio.

Lembro também dos operadores de áudio, interno e externo, como Dorival Gaeta, José Monteiro Filho, Shakespeare Ettinger, Danilo Gobbi, Roque de Oliveira, Eliseu Francisco, Jonas Rosa, Eleno José. Perdão se me esqueci de alguém.

Fiquei na Gazeta de julho de 1976 a dezembro de 1979, quando me transferi para a rádio Bandeirantes/SP levado pelos amigos Osvaldo dos Santos e Flávio Adauto.

Falei da Gazeta/AM mas me lembro com alegria dos companheiros da TV de Cásper Líbero, como Peirão de Castro, Rubens Pecce, Paulo Vitor, Ely Coimbra, Raul Valle, Milton Guimil e tantos outros.

Muitos dos citados já nos deixaram fisicamente, casos de Peruzzi, José Italiano, João Batista, Ruy de Moura, Roberto Leite, Barbosa Filho, José Silveira, Geraldo Blota, Paulo Vitor, Rubens Pecce, Peirão de Castro, Dorival Gaeta, Eliseu Francisco, Eleno José, Milton Guimil, Ely Coimbra.
Minhas homenagens a estes companheiros de luta no rádio e na televisão.

O querido Osvaldo dos Santos também já faleceu, lamentavelmente.  Um querido amigo que chamávamos intimamente de Bolo, e que durante anos e anos foi um dedicado e competente funcionário da Bandeirantes, transferindo-se depois para a própria Gazeta, tendo vivido seus últimos dias no planeta na cidade de Poços de Caldas.







2 comentários:

  1. Parabéns Jota Jr. pela lembrança a esses heróis da Gazeta, onde eu também trabalhei de 1972 a 1987, na área administrativa, Depto.Pessoal.
    Boas recordações.
    Luciano Antonio Pinto
    lucianoap179@gmail.com

    ResponderExcluir
  2. Somente hoje, procurando pela Internet uma informação sobre o repórter Reginaldo de Oliveira, li esse texto. Muito pertinente e belo texto sobre personagens marcantes que acompanhei como ouvinte, ainda criança e adolescente. Parabéns.

    ResponderExcluir