segunda-feira, 27 de agosto de 2012

O FUTEBOL E A VIDA

Enquanto continuo indignado com algumas consequências que o futebol produz, como por exemplo morte de torcedores, perdas de amizades que existiam há tempos, e brigas em família, anuncio minha escala para o  meio da semana.

Quarta estarei no Canindé para Portuguesa x Palmeiras.

O jogo é às oito e meia da noite, válido pela primeira rodada do returno.

Transmissão exclusiva do Premiére FC.

Lá estarei na missão com os amigos Wagner Vilaron, Daniel Moreira Dias e Felipe Diniz.

Mas voltando ao topo da coluna, é preciso que as pessoas amadureçam e não levem o futebol tão a sério.
Curtam, torçam, divirtam-se, mas preservem a convivência social e familiar.

Vivam, se possível, apenas os 90 minutos de bola rolando e alguns desdobramentos pós-jogo em comentários e considerações, mas jamais provocando desavenças e atos mais violentos.

Vidas são perdidas, amizades se rompem, famílias sofrem turbulências nas discussões sobre um jogo de futebol, isso não é racional.

Quando se invoca que o futebol é coisa séria pois envolve milhões e milhões de reais, empregos e tudo mais, entendam que essa é a parte do profissionalismo desse esporte, mas o torcedor não ganha nada dessa parcela financeira.

O futebol é profissional para que os espetáculos sejam oferecidos, divertindo, provocando lazer e entretenimento, mas quem está nas arquibancadas ou no sofá de casa não pode priorizar esse esporte em sua vida.
Não pode tumultuar a sua vida social por causa de um jogo de futebol.

As prioridades são bem outras, sabemos disso.

Sejamos inteligentes.

Chega de perder sono, amizades e oportunidades de bom relacionamento, vamos olhar o futebol como uma diversão apenas.  Nada mais.

Exercitando, dá.

Fiz isso e consegui, há muitos anos atrás.





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