segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

SUÁREZ ERRA NOVAMENTE

Dizem que o racismo não vai acabar nunca, e fico triste quando ouço isto.

Trata-se de um comportamente totalmente infeliz, para não dizer egoista, rancoroso e odioso. Estúpido.

Recursar-se a aceitar que existam diferenças no planeta é de uma ignorância brutal.
Olhar apenas as fachadas, os rótulos, antes de pensar que "por dentro" somos todos iguais, é não querer abrir os olhos para a vida e para a realidade.

Não é dificil entender que vale mesmo é o CONTEÚDO das pessoas, e não suas roupas ou cor da pele. Um minimo de inteligência dá essa condição a qualquer cidadão vivente.

O fato do último final de semana na Inglaterra onde o uruguaio Suárez se negou a estender a mão ao negro francês Evra, é uma das maiores calamidades da convivência humana.
E ainda com o fato do uruguaio já ter sido punido com oito jogos, por ter insultado Evra com termos racistas numa partida do campeonato.

Mas logo depois da tremenda falta de cortesia e de civilidade, certamente Suárez foi aconselhado a pedir desculpas publicamente, sob pena de ter uma nova punição.
É o tipo do pedido de desculpas CONVENIENTE.
Nada além disso.

Infelizmente há pessoas que chegam aos 30, 40, 50 anos de idade, e continuam sem saber NADA do que é a vida.
Ou assim preferem se comportar.

Felizmente crescem as punições a esses criminosos sociais.
Mas parece que em nada amedrontam os fascinoras dos insultos morais, contrariando a tese de que com punição severa os crimes diminuem.

O uruguaio Suárez se comportou mal novamente. Deu demonstração do quanto é ignorante nas relações sociais. Errou gravemente.
Resta saber como ele se comporta diante de seus familiares, e como os familiares o vêem.

E o clube inglês certamente passou a mão na cabeça dele.
Errou igualmente.

Um comentário:

  1. Jota, o problema é realmente esse: clubes passam a mão na cabeça dos jogadores por mais que estes errem.
    Veja o caso do Adriano no Corinthians (e Flamengo). Por mais que o cara erre, sempre tem alguém que passa a mão. Aí não há punição que funcione.

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