segunda-feira, 16 de maio de 2011

TIRANDO O CHAPÉU

É incontestável a carreira já vitoriosa de Muricy Ramalho.

Basta levantar o que ele já ganhou nos anos 90, com Náutico, São Caetano, Internacional, São Paulo, Fluminense e agora o Santos. Teve tropeços, sim, é claro. Mas na média geral, é um grande vencedor.

E se voltarmos no tempo, sua passagem pelo futebol mexicano como treinador também foi coroada de sucesso. É idolo até hoje em plagas mexicanas.

Muricy vai se juntando aos grandes nomes do futebol como um técnico de gabarito, de seriedade, de conhecimento, e de vitórias marcantes.

Como naquele programa de televisão, comandado pelo corintiano Raul Gil, para Muricy Ramalho eu "tiro o chapéu".

Um comentário:

  1. GRANDE JOTA!

    Apenas complementando seu raciocínio que, concordo em gênero, número e grau... a postura adotada pelos dois técnicos no papo pós jogo foi muito legal(até parecia coisa combinada...mas, é claro que não foi), ambos adotaram o discurso de respeito ao outro... salientando que "a união deveria ser maior na classe, etc..." o que acabou elevando muito o nível das entrevistas. É bom quando as coisas saem um pouco da mesmice e acredito que Tite e Muricy foram bem ontem, dentro e fora do campo.
    Discordo de um comentarista da ESPN Brasil que, ontem à noite, criticou o Andrés Sanches por ter dado entrevista ao final do jogo, garantindo o emprego do Tite. Ora, a imprensa "cria jargões", como por ex: "técnico vive de resultados" e quando o clube é obrigado à informar que "está fugindo da regra" prestigiando um profissional, por um bom trabalho, independente do título de "primeiro"... outros profissionais o criticam, talvez por ser sua vez de falar e não ter o que dizer... achei deselegante e inoportuna a crítica (não é necessário citar o nome, até porque estaria promovendo uma ação que não concordo!).
    No mais... parabéns ao Santos. Neymar provou que quando não "pipóca" é muito útil e Muricy era o tempero que faltava na "caldeirada santista". Postou a zaga... "transformou os alas em laterais" e deu liberdade aos "meninos" do meio e da frente... pimba na gorduchinha!(como diria Osmar Santos)... não deu prô Júlio Cesar, que, foi de herói à vilão em apenas quinze dias... é futebol, né JOTA?

    Forte abraço e ótima semana!

    PAULOFILÉ

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