segunda-feira, 11 de abril de 2011

CHORAR, PODE. MAS É PRECISO SER JUSTO.

Comentei hoje pelo twitter os protestos da torcida do Americana, ontem, pelo gol anulado diante do Santos, finalzinho de partida, quando o placar seria aberto no Décio Vitta. Comentei que o técnico, diretoria, jogadores e aficionados, têm todo o direito de reclamar, mesmo porque a televisão demonstrou que o atacante estava em posição legal, ainda que em lance de alto grau de dificuldade para o assistente. Comentei do direito do Americana protestar, mas que não é o caso de se jogar toda a culpa pela não classificação nas costas da arbitragem, porque o AFL ficou seis rodadas seguidas sem vencer, pontos não conquistados que certamente agora fazem falta na contabilidade americanense. Se o time não teve competência técnica para somar pontos em 18 disputados, certamente cometeu erros, falhas e equivocos. Se os jogadores erraram, por que a arbitragem não pode errar? Oras, todos os que fazem o futebol são humanos, passiveis de erros. Os árbitros, também, evidentemente. Fui contestado por alguns, compreendido por outros, pois assim é a vida. Mas os que contestaram, alegam e afirmam com firmeza que os árbitros NÃO PODEM ERRAR, como se por acaso eles fossem de outro planeta, infalíveis. Sinceramente, não penso assim. Se todos erramos no cotidiano, por que excluir os HUMANOS que desempenham a atividade de arbitrar futebol? É evidente que externo meu ponto de vista baseado em presunção de pessoas sérias, honestas e corretas. Não posso me referir a desonestidade, pois parto do principio que todos são confiáveis, até prova em contrário.

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