terça-feira, 15 de março de 2011

A SAÍDA DE MURICY

Ainda repercute a saída de Muricy Ramalho.

Sinceramente, vejo o fato como algo absolutamente natural.

Em toda relação de trabalho há a possibilidade de uma das partes desistir do compromisso.
É assim na vida, em qualquer atividade produtiva ou de serviços.

Quando o profissional não está satisfeito com o vinculo, tem o democrático direito de pedir a demissão.
Quando o empregador igualmente não se satisfaz com o rendimento do trabalhador, demite.

Portanto, nada de anormal na saída de Muricy.
Talvez a bandeira de "jamais romper um contrato", desfraldada pelo treinador, é que tenha provocado a onda de criticas.
* aí talvez o treinador tenha aprendido uma lição, qual seja, a de "jamais dizer jamais".

Muricy pediu demissão, como também já foi demitido várias vezes.
Faz parte do processo, especialmente no inconstante mundo do futebol.

Respeito quem pensa diferentemente, mas é o que eu analiso, e acho.
Devemos ser práticos nos dias de hoje, principalmente com a neurose que toma conta do planeta, em todas as atividades.

Falta de ética é outra coisa.
E Muricy não feriu nenhuma conduta ética. Pediu demissão, apenas, algo legítimo em qualquer relação trabalhista.

Nenhum comentário:

Postar um comentário