quinta-feira, 18 de novembro de 2010

PALMEIRAS X GALO É O JOGO

Domingo vou a Araraquara, belíssima Arena da Fonte Luminosa, transmitir Palmeiras e Atlético Mineiro, pelo PFC.

O jogo é às cinco da tarde, horário de Brasilia.

Palmeiras deve ir com uma escalação meia-boca, enquanto o Galo terá de jogar tudo o que sabe para ganhar e dar mais um passo pra fugir do descenso.

Estarei com os amigos Carlos Eduardo Lino e André Hernan.

À partir das três e meia da tarde já estaremos prontos para o TÁ NA ÁREA, programa do canal Sportv.

5 comentários:

  1. Para quem não teve o prazer de conhecer pessoalmente o Jota, posso dizer que o ato do Flávio Araújo encontrou eco nas ações do novo colega, pois o próprio Jota já havia feito algo semelhante por mim, quando, ainda moleque, quis ser radialista. Me apresentou pessoas, me indicou estágios e me fez conhecer a profissão.Afinal decidi ser médico, mas sempre tive o rádio no sangue, "culpa" também do amigo e primo Jota, que sempre será meu ídolo.

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  2. Dr. Rogério.....
    Vc é suspeito...hehehehehe
    Agradeço mesmo assim.
    Saúde pra familia, querido.

    abraço
    jota

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  3. Flávio Araújo, sem qualquer dúvida, foi o locutor de brasileiro de maior classe.
    De voz bonita e baritonal, foi personalíssimo, e criou um estilo próprio de narrar futebol.
    Pode-se dizer que sob o aspecto da influência, que só os pioneiros não têm, foi um narrador um pouco da escola de Edson Leite, um pouco da escola de Pedro Luiz. Da mescla desses dois estilos ele criou o próprio, inimitável. Ele tinha a voz ao estilo de Edson e o pique de relato de Pedro Luis.

    Em início de carreira imitei muitos narradores, que admirava, e Flávio também esteve no contexto de meu aprendizado.

    Quem é que não se lembra: No relógio ... No Placar... carregando nos erres.

    Apesar de tudo, Flávio nunca teve bordões e cada gol era diferente do outro, exatamente como eu gosto.

    Tive a oportunidade, há vários anos, de ler o livro de Flávio, "O Rádio, o futebol e a vida".

    É um livro raro, interessante e em meu entendimento, leitura obrigatória para os estudantes de jornalismo que querem adotar a profissão de narrador esportivo.

    Por falar nesse livro, Flávio cometeu na edição do mesmo, eu não diria que uma injustiça, porque conheço bem a sua índole e o seu caráter, mas uma grande gafe.

    Ao relatar sua saga da Rádio Gazeta, sob o seu comando, na cobertura da Copa da Espanha em 1982, deixou de mencionar seu grande parceiro e condestável na viabilização daquele evento. Omitiu inexplicavelmente o nome de Sérgio Cunha, que, aliás, sequer apareceu no livro.

    Inocente quanto ao fato, telefonei ao Flávio para falar do livro e parabenizá-lo e mencionei a omissão. Foi como falar em corda em casa de enforcado.

    Flávio, notadamente perturbado com a pergunta que ele imaginava ser uma cobrança, respondeu que havia cometido um grande equívoco e que era tarde demais para consertar.

    Meses depois me contaram que Sérgio Cunha,foi ao lançamento do livro muito entusiasmado, porquanto se considerava um dos grandes amigos e compoanheiros de Flávio.

    Entretanto houvera saído inopinadamente da festa, visivelmente decepcionado com o companheiro.

    Talvez tenha sido por isso que até hoje não ousei escrever um livro de memórias, pelo receio em omitir alguma pessoa ou companheiro que tenha sido importante em minha vida profissional.
    (continua)

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  4. Flávio Araújo, sem qualquer dúvida, foi o locutor de brasileiro de maior classe.
    De voz bonita e baritonal, foi personalíssimo, e criou um estilo próprio de narrar futebol.
    Pode-se dizer que sob o aspecto da influência, que só os pioneiros não têm, foi um narrador um pouco da escola de Edson Leite, um pouco da escola de Pedro Luiz. Da mescla desses dois estilos ele criou o próprio, inimitável. Ele tinha a voz ao estilo de Edson e o pique de relato de Pedro Luis.

    Em início de carreira imitei muitos narradores, que admirava, e Flávio também esteve no contexto de meu aprendizado.

    Quem é que não se lembra: No relógio ... No Placar... carregando nos erres.

    Apesar de tudo, Flávio nunca teve bordões e cada gol era diferente do outro, exatamente como eu gosto.

    Tive a oportunidade, há vários anos, de ler o livro de Flávio, "O Rádio, o futebol e a vida".

    É um livro raro, interessante e em meu entendimento, leitura obrigatória para os estudantes de jornalismo que querem adotar a profissão de narrador esportivo.

    Por falar nesse livro, Flávio cometeu na edição do mesmo, eu não diria que uma injustiça, porque conheço bem a sua índole e o seu caráter, mas uma grande gafe.

    Ao relatar sua saga da Rádio Gazeta, sob o seu comando, na cobertura da Copa da Espanha em 1982, deixou de mencionar seu grande parceiro e condestável na viabilização daquele evento. Omitiu inexplicavelmente o nome de Sérgio Cunha, que, aliás, sequer apareceu no livro.

    Inocente quanto ao fato, telefonei ao Flávio para falar do livro e parabenizá-lo e mencionei a omissão. Foi como falar em corda em casa de enforcado.

    Flávio, notadamente perturbado com a pergunta que ele imaginava ser uma cobrança, respondeu que havia cometido um grande equívoco e que era tarde demais para consertar.

    Meses depois me contaram que Sérgio Cunha,foi ao lançamento do livro muito entusiasmado, porquanto se considerava um dos grandes amigos e compoanheiros de Flávio.

    Entretanto houvera saído inopinadamente da festa, visivelmente decepcionado com o companheiro.

    Talvez tenha sido por isso que até hoje não ousei escrever um livro de memórias, pelo receio em omitir alguma pessoa ou companheiro que tenha sido importante em minha vida profissional.
    (continua)

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  5. Para encerrar, já que pego o gancho proporcionado pelo Jota, quero dizer que Flávio tem um currículo
    notável em sua trajetória radiofônica.
    Transmitiu várias copas do mundo e nos filmes da maior de todas as copas, a de 70, ele está imortalizado aparecendo entre os narradores brasileiros focados pela produção daquele filme.
    A última vez em que vi Flávio transmitindo um evento esportivo, foi em 1988, no Maracanãzinho. Ele relatava pela Band a luta
    Maguila x Evangelista. Eu defendia outro prefixo e fiz o relato concorrendo com Flávio.
    Senti muito orgulho em poder concorrer com aquele que era um de meus locutores prediletos ao tempo de minha infância e de minha juventude.
    Eu poderia ficar falando horas e horas a respeito de Flávio, sem qualquer dúvida, um dos gigantes da comunicação esportiva no Brasil.

    Do Flávio não preciso perguntar por onde ele anda. Uma das razões de eu comprar o "Agora São Paulo" todos os domingos é a coluna muito bem escrita por ele nesse periódico. Flávio mostra que, se é um grande craque falando, é, também, um grande craque escrevendo.

    O irmão dele, o Chico Bode,excelente repórter dos anos 60s, 70s e 90s no rádio e na TV figura espetacular, é dono de uma emissora de rádio em Poços de Caldas.
    Obrigado Jota pelo espaço. Desculpe-me se alonguei demais e abusei. Falar sobre uma figura extraordinária como Flávio Araújo sempre me traz grandes alegrias e gratas
    recordações. Que o Grande Arquiteto conserve essa lenda viva do rádio entre nós por muitos e muitos anos(AD)

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