quinta-feira, 9 de setembro de 2010

INCENTIVO À VIOLÊNCIA - UMA BARBARIDADE

Amigos.

Todos aqueles que incitarem a violência precisam ser criticados, repelidos e punidos.

O mundo está violento exatamente por isso.

Não podemos achar que é normal a prática do desforço físico, e também verbal.

Se reclamamos tanto da onda violenta que nos aflige, não podemos ser complascentes quando alguém proclama agressões, justiça pelas próprias mãos.

Me assusta quando ouço pessoas afirmando que "é isto mesmo", "que precisa bater", "que alguém precisa apanhar".
Seres inteligentes não precisam da força física para nada. É só agir com o cérebro, com a mente, com idéias.

Estou fazendo essa explanação em razão das recentes declarações do dirigente do Atlético Mineiro, que sugeriu aos torcedores do Galo que "agridam mesmo" aos atletas que não se "comportarem".
Já foi o tempo do policiamento de costumes através da força.

Quanta involução.
Que pobreza de espírito.
Que desserviço à sociedade.

E o dirigente ainda teve a oportunidade de se retratar, modificar sua postura, mas ironizou e deixou claro que é sim favorável à violência, sem limites na crueldade.

6 comentários:

  1. Uma pessoa com esse cargo tao importante de presidencia de um clube como o galo nao pode ter uma atitude dessas Jota, tem q ser banido mesmo, foi totalmente irresponsavel nesta declaracao, qualquer pessoa q tenha uma atitude dessa se mostra totalmente desequilibrada para assumir o cargo q ocupa.

    To com voce Jota, concordo plenamente

    um grande Abraço

    Rodrigo

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  2. Jota Querido,

    Lindas palavras.

    Nosso mundo está cada vez mais pobre, mais desumano e sem limites. É triste ver como um local de lazer consegue produzir tanta violência, falta de esportividade e bom senso.

    Mas, apesar de tudo, tenho esperança que ainda exista na Terra Seres Humanos.

    Humanos de corpo, alma e nas atitudes.
    Beijo gde.

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  3. Lamentável situação, logo de uma pessoa pública representante de uma entidade tão grande , relacionada com uma das maiores paioxões do povo. Se a culpa e dos jogadores, do treinador , da tia que prepara o lanche dos atletas ou da prória diretória , não e a agressão física que vai resolver o problema.Seria bom ver, qual a situação do presidente se a crise tivesse relacionada com a falta de investimentos ou desorganização qual argumento seria usado , o mais provalvel e chamar a torcida , para unir as forças para siar da má fase.Pedro Paulo - Goiânia

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  4. Jota
    Conheço o Alexandre Kalil desde garoto. Apesar dos arroubos e da máscara (no bom sentido da palavra)de mau, é um cidadão de boa índole, de ótima família, filho de um grande amigo meus, Leila e Elias Kalil, este um dos maiores presidente da história do Galo. A exemplo do pai, economia e comedimento nas palavras nunca foi a melhor qualidade de Alexandre. Ele, às vezes, fala primeiro para depois refletir no que falou e essa inversão de prioridades tem lhe custado muito caro. Aqui em BH é comum os torcedores "entregarem" aos clubes os jogadores que vão para a balada, mas nunca se soube de casos de agressão física ou verbal. A cidade não é tão grande e a população flutuante é reduzida em relação a São Paulo. Por isso os jogadores ficam sujeitos à constante vigilância das torcidas e preferem ambientes mais discretos para as suas festas. Não sou advogado de defesa de Kalil, mas essa foi a forma que ele encontrou para dizer aos jogadores que a diretoria, com a colabração da torcida, está monitorando os passos da boleirada. Em outras palavras, ele acertou no remédio, mas exagerou na dose do medicamento. Estamos esperando a sua participação lá no OAV. Um abraço (AD)

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  5. Orlando, João Pessoa/PB10 de setembro de 2010 03:51

    Olá, Jota. Tudo bem?

    Só através do seu blog, hoje, fiquei sabendo dessa postura do dirigiente do Atlético Mineiro.

    Absurdo!

    Alcides, qualquer coisa que você diga em defesa de Elias Kalil não ameniza nem justifica a tamanha gafe que ele cometeu ao dizer o que disse.

    Boa pessoa? Pode ser. Não o conheço. E não está aqui em jogo julgá-lo como pessoa.

    Pessoas boas cometem atos maus. Pessoas más cometem atos bons. Então, não vem ao caso saber se ele é boa pessoa ou não. O ato dele foi muito ruim.

    Portanto, condeno sumariamente a atitiude irresponsável dele enquanto pessoa pública que representa e lidera um dos mais tradicionais clubes do futebol brasileiro.

    Se fala antes de pensar, então ele precisa urgentemente aprender a fazer o contrário.

    Jota, um abraço
    Continuo ligado em você

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  6. Orlando
    Não tenho procuração para defender o Alexandre, com quem não mantenho nenhum laço de amizade ou afetividade. Também não estou justificando-lhe a atitude, mesmo convicto de que ele esteja errado, reconheço. Um velho adágio daqueles que não adoto, diz que "a um cão danado, paus e pedras nele". É o que fazem com Kalil neste momento. Não censuro quem o faça, pois do presidente de um clube da grandeza do Galo espera-se sempre os melhores exemplos. O que não quero é que o condenem a uma pena correspondente a que se cobra de um assassino, por um mero deslise verbal.
    Quanto a Kalil aprender a pensar antes de falar não sou eu que tenho que dizer-lhe isso. Eu era amigo do pai dele, não sou o pai dele.

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