segunda-feira, 28 de setembro de 2009

QUE CHORADEIRA RIDÍCULA

Há uma pergunta que sempre faço e normalmente sou criticado por faze-la.

Por que os jogadores e treinadores "podem" errar....e o árbitro NÃO?

Rotulo como ridículo o choro exagerado dos caras do futebol quanto aos erros de arbitagem.

O torcedor pode. Sem problemas. Mas os profissionais precisam se policiar e respeitar os equívocos dos apitadores.

Afinal, somos todos passíveis de erros.

Me estarrece ver e ouvir marmanjos da bola atribuindo suas derrotas EXCLUSIVAMENTE às arbitragens.

Viram todos crianças. Viram torcedor da geral, que naturalmente age com o coração, com a paixão.

No clássico São Paulo x Corinthians, domingo, alvinegros e tricolores em campo cansaram de ERRAR, porém o foco após à partida ficou só em cima do árbitro mineiro.

Se alguém ainda tem paciência para ouvir, eu respeito, mas particularmente não tenho mais.

Apontar os equívocos dos juizes é perfeitamente válido, mas sem ENFASE.

Lembrete: TODOS OS PREJUDICADOS(?) DE HOJE, SÃO OS FAVORECIDOS(?)DE ONTEM.

Errar é do ser humano.

Entender os erros do semelhante e aceitá-los, é SUBLIME.

5 comentários:

  1. Tenho a mesma opinião em relação a reclamação da arbitragem. Após o clássico ninguém questionou, por exemplo, o técnico corintiano a explicar porque o time dele jogou tão defensivamente se acovardando diante do adversário. Grande abraço.

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  2. Bom dia Jota, tudo bem contigo? Parabéns pela forma de entender a arbitragem. Infelizmente alguns jornalistas, dependentes de clubes e dirigentes, falam e escrevem de uma forma a beneficia-los. Sem contar aqueles que são torcedores e também donos da verdade... Arbitragem profissional? Pra que? Quem eles vão culpar depois? Abraços. José Henrique

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  3. Olá Jota!
    Voce tá certo !! Todos os clubes são "ajudados". Uns hoje, outros foram ontem, alguns serão amanhã. Portanto choradeira, se não for apenas do torcedor, é muito chato.Jogadores, técnicos, diretores e presidentes sempre se esquecem quando seus clubes ganham através de um erro, ou melhor: descaradamente eles nem tocam no assunto.
    Bks! Silmara

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  4. Amigos, o pessoal acha que árbitro de futebol é de outro planeta, que não pode errar.
    Erram, sim.
    Como outras gerações de juizes erraram e muito, mas com o fato de não haver a vigilancia eletronica dos dias de hoje.
    O Cruzeiro, como exemplo, reclamou muito quando do jogo com o Palmeiras, e neste fim de semana foi beneficiado pela arbitragem em Barueri, e ninguém da Raposa falou alguma coisa.
    É sempre assim.
    TODOS agem com parcimonia, com oportunismo, não praticando a elegancia do esporte, que é reconhecer os méritos dos adversários e entender que jogadores e treinadores erram da mesma forma que os árbitros.

    abraço
    jota

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  5. Orlando, Jooão Pessoa/PB29 de setembro de 2009 03:50

    Olá, Jota. Tudo bem?
    Olha, claro que erros de arbitragem sempre existiram e continuarão existindo. Refiro-me àqueles erros inocentes, decorrentes, por exemplo, da má colocação do árbitro em função da rapidez das jogadas, do impedimento marcado ou não marcado por questão de centímetros... Esses erros são perdoáveis. Mas existem erros imperdoáveis, intencionais, de má fé, eu diria, em situações claríssimas de irregularidade que dispensam as lentes das câmeras ou qualquer outro instrumento de aferição. Em relação a esses erros, Jota, deve-se reclamar; e muito. Esse tipo de erro deve ser punido e banido. Nessas duas últimas rodadas do Brasileirão, houve punição aplicada a dois àrbitros, um da Série A, outro da B, porque os erros cometidos por eles foram indesculpáveis e escandalosos. Também não gosto de choradeiras, pois choradeiras não são atitudes sérias, responsáveis e maduras. Defendo o direito dos times prejudicados de exigirem alguma atitude da CBF em relação a atuações desastrosas de árbitros dentro do campo, que definem, mesmo, o placar de jogos. E nesses casos, Jota, acho justíssimo os times prejudicados exigirem (sem choradeiras) até mesmo a anulação de gols validados em situação claríssima de erro cometido intencionalmente. Critérios para isso? A circunstância do lance é o critério. Mire-se no exemplo daquele gol de mão marcado pelo Paraná conta o Ceará, 25ª rodada da Série B, em que a única desculpa aceitável seria o ábitro dizer que pensava estar apitando um jogo de vôlei. Choradeira, não; mas o direito de clubes que treinam ou não, trabalham sério ou não, jogam bem ou não e que, no final da partida, tem contra si um placar injusto, definido por erros absurdos de arbitragem. O campo é grande demais para o juiz acompanhar de perto todos os lances? Bota mais um. Essa é a minha modesta opinião, Jota

    Um abraço

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