sexta-feira, 11 de setembro de 2009

A IMAGEM DA SELEÇÃO

Aquela imagem de Dunga se dirigindo a alguém atrás do banco de reservas, após um dos gols brasileiros sobre o Chile, xingando e despejando toda a sua vingança, pegou muito mal.

Um técnico de seleção brasileira não pode ter esse destempero.

Ninguém quer alguém perfeito no cargo, porque afinal somos todos humanos e imperfeitos, mas o mínimo que se exige de um profissional que comanda, é equilibrio, boa imagem, superioridade.

Sabemos que Dunga é ranzinza, apesar de jovem, é detalhista a respeito das criticas que recebe, porém precisa ser policiado pela CBF - e pelo seu companheiro Jorginho - para não denegrir o importante cargo.

Isto que cobramos de Dunga, agora, já cobramos de outros técnicos que dirigiram a Seleção em outros tempos.

Fico imaginando o comportamento de Dunga na preparação para a Copa e mesmo durante o Mundial, quando as cobranças serão muito maiores.

Essas observações podem parecer totalmente dispensáveis para muitas pessoas, mas desculpem a minha chatice em achar que um comandante de grupo não pode perder a cabeça.

Já imaginaram se ele, Dunga, usar desse destempero com algum jogador em momentos difíceis da Seleção?
Como ficaria o grupo?

O prejuizo técnico recairia sobre a Seleção, evidentemente.

De qualquer maneira, repito, os resultados do treinador à frente do selecionado são incontestáveis. Não é esse o foco desse comentário. Apenas, considerações sobre a imagem da Seleção, o que julgo super importante.

2 comentários:

  1. Olá Jota!
    Concordo com vc. Equilibrio é tudo, se não em momentos cruciais o Dunga pode meter os pés pelas mãos, daí......já era. O que se faz e o que se fala não dá mais para apagar.
    Bjs! Silmara

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  2. Boa tarde.

    Pra mim, Jota, mostra total falta de percepção da realidade. Daí é que vêm a educação e o respeito, mas não é o caso do Dunga.

    Ele trata vocês da imprensa e nós torcedores e brasileiros, da mesma forma, pois qualquer opinião contrária, ele crê que é uma ameaça.

    Pobre futebol brasileiro na sua gestão e planejamento, vive ameaçando, mas não cuida dos seus problemas, vide CBF, Federações, apitos.

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