domingo, 1 de fevereiro de 2009

ONTEM E HOJE

Ontem, sábado, estive transmitindo Barueri x Guarani, pelo Sportv.

Pedrão fez mais dois gols e é o principal artilheiro do Paulistão. O Grêmio venceu com esses dois gols do goleador, em mais uma derrota do Bugre no campeonato.

Trabalhar na Arena de Barueri é muito confortável. Nossos câmeras ainda sofrem um pouco, tendo alguns que ficar à exposição de sol e chuva, mas isso brevemente será reparado. Já para narrador, comentarista e repórteres, tudo é muito bom.

Hoje, domingo, vou a Itu. O time da casa, que ainda não venceu, pegará o Santos, que tropeçou diante do Mirassol na rodada passada em plena Vila.

O jogo é às sete e dez da noite e passa no Sportv.
Comigo estarão os amigos Mauricio Noriega, Matheus Soares e Marco Aurélio Souza.

Bom domingo, pessoal.

3 comentários:

  1. Caro JOTA

    Acredito ter lido algo que vc escreveu sobre a(s) core(s) das bolas, antigamente branquinha... hoje parecem estampas das camisas do saudoso Raul Seixas...
    Quanto ao aspecto da estética, domingo pude decidir pela branca. A bola que está sendo usada na A-3 do Paulista me parece muito leve, mais para futebol de areia, que, para futebol. Resultado? Um jogo horrível pelo nítido desconforto dos atletas em praticarem o esporte com um acessório se contrapondo aos costumes tradicionais. Se me perguntarem porque tanto tradicionalismo, respondo sem pensar... o futebol é o esporte que menos se preocupa em "evoluir" revendo regras e otimizando a produtividade, para conseqüente atração de maiores públicos. Quem está no futebol é porque é fanático meeeeesmo, e, como se não bastasse, acabam descaracterizando a "estrela da companhia". Ora marqueteiros, me perdoem, mas, salvem a BOLA BRANCA!!!

    Abs

    PAULOFILÉ

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  2. Prezado Filé, a bola é um dos principais acessórios do futebol, talvez o principal, e precisa ser tecnicamente perfeita. Se os atletas reclamam da bola (do goleiro ao último escalado) é porque algo está errado. Essa de listras, por exemplo, dizem que o componente quimico utilizado na pintura das faixas, altera a "viagem" dela. É o que se comenta. Sei lá.

    Como somos mais ou menos contemporaneos, também prefiro bolas sem frescuras, chuteiras idem, uniformes, e por ai vai.
    Vão nos tachar de velhos e ultrapassados, não faz mal, mas é a nossa posição.
    Outra coisa: também não me sinto bem com a numeração utilizada atualmente: 34, 28, 51, 44, e etc.......
    Para mim, futebol é de 1 a 11. Depois na sequencia os reservas, a partir do 12.

    Mas......

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  3. JOTA

    Simples e objetivo como sempre, parabéns amigo!!!
    Também gosto de 01 a 11 e reservas de 12 a 18, até para os repórteres e narradores fica muito mais simples... ah! vc é 10!

    Abs

    PAULOFILÉ

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